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o largo.

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04.10.19

Politiquices


por Redação o largo.

Assembleia da República/Carlos Pombo


Estou preocupada.


Os que nos governam e os que querem vir a governar estão doentes.


Será uma virose? Ou uma doença rara?


Os sintomas só aparecem de 4 em 4 anos. Estranho, não é?


Teorias alienígenas aparecem e milagres da Cova da Iria também.


Concentram-se em todos os nossos problemas e nas suas soluções.


Ou será no poder e como o manter?


Lá estou eu com ideais de conspiração: eles estão doentes! Tenhamos calma.


Vamos por partes: eles querem ajudar a fazer crescer a economia, acabando com as PME’s…


Não: eles dão imensos incentivos e ajudas


Querem auxiliar o SNS e apostar nas PPP’S.


Não: estes gerem melhor que o Estado e dão lucros. Como se atrevem?


Querem cativar dinheiro do orçamento do Estado. Bem pensado! Todos temos o nosso pé de meia.


Não: a meia destes é bastante frágil. Qualquer justificação é válida para ir lá mexer. “É só desta vez!”


Querem diminuir a dívida de Portugal!


Não: estes arranjam sempre forma de deitar dinheiro ao lixo. Chama-se “reciclagem”!. Como se não bastasse, contrai-se mais a divida. Faz sentido: negativo mais negativo dá positivo, segundo a matemática.


Querem aumentar as nossas linhas ferroviárias. Pois: este ano, é importante dar nas vistas com a “sustentabilidade” e “ambiente”… não querem levar nas orelhas da miúda sueca.


Há uns anos, construir estradas é que era o futuro. Que se lixe o ambiente! Corrigimos agora, se tivermos tempo.


Querem chamadas, como nas escolas, para garantirmos as suas presenças.


Não: tal como na faculdade, eu assino por ti. Acredita: o povo não nota e recebes na mesma.


Querem mais sustentabilidade ambiental com aumento dos consumos fósseis.


Não: eles estão focadíssimos na carne de vaca e na redução inexistente dos plásticos.


Ou será que estão estão verdadeiramente preocupados é com a sua subsistência?


É normal: as suas gerações futuras precisarão de poleiro.


Não podemos querer colocar as galinhas noutro ambiente que não o seu habitat natural. O PAN não iria gostar.


Espera.


São sintomas de esquerda ou de direita?


O médico diz que são todos iguais mas insiste no placebo. Essa irá ser a cura do nosso país.


Esta medicina geral…


A doença piora como tudo o que não é detetado a tempo. Está em estado terminal.


Pobres coitados! Até a memória foi atingida...


Lembram-se dos fogos de Pedrogão Grande? Eles, pelos vistos, não.


Não se recordam das almas levadas, da falta de preparação e meios e muito menos dos donativos e ajudas dadas que foram desviadas para e por aqueles que, de um momento para o outro, passaram a morar em Pedrogão.


Compreende-se. Já nessa altura as máscaras de fumo deviam ser de fonte suspeita… nada inflamáveis.


E claro, tínhamos o SIRESP. Os nossos anjos na terra.


Pena que estes estavam sem rede. Estas operadoras de telecomunicações, sinceramente...


O sintoma mais grave foi mesmo a cegueira temporária. Acreditam que até os militares ficaram com esta condição médica?


Desaparecem armamento militar em Tancos e ninguém dá por nada.


Coloquem lá as senhoras típicas de varanda: aí, a segurança estava garantida.


Que doença sazonal complicada esta que os nossos governantes e partidos têm, hein?


Quando vamos arranjar a cura e seguir exemplos nórdicos válidos?


É mais grave do que eu suspeitava!


Eu ouvi dizer que se tratava de politiquice aguda.


Incurável.

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