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29.07.19

Lavradores de Feitoria escolhe branco e rosé como cores para este verão


helena margarida

Lavradores de Feitoria

O verão está a ser atípico mas, no Douro, a tradição ainda é o que era. Os vinhos estão "no ponto", garante a duriense Lavradores de Feitoria, que habitualmente lança vinhos com marca homónima a pensar nesta época do ano.

Falamos da colheita de 2018 dos irmãos "Lavradores de Feitoria" branco e rosé, vinhos frescos e frutados, ideais para degustar a solo ou com iguarias a condizer.

Falamos de vinhos que são “valores seguros”, a revelar uma grande consistência de ano para ano, e que primam por uma distribuição alargada quanto baste.

Lavradores de Feitoria branco SA.jpg

De cor palha limão, o "Lavradores de Feitoria branco" é um vinho muito fresco e frutado, quer no aroma, quer na boca. Apresenta fruta fresca, como alperce e alguma pêra, mas também notas de frutos tropicais. É bastante saboroso, com uma boa acidez e mineralidade, suportada por sabores a fruta madura, a lembrar pêra, mas também algum ananás. Estamos perante branco de blend, que nasce da união de três castas típicas do Douro, como é característico dos vinhos da Lavradores de Feitoria: Malvasia Fina, Gouveio e Síria. Um branco para degustar a solo, como aperitivo, mas que, devido à sua persistência de boca, é um excelente complemento para saladas, sopas frias, peixes magros, mariscos, carnes brancas (frango e peru) e massas com molho branco. É a 13.º edição, número que não assusta, antes pelo contrário, até porque a vindima deste ano, 2019, promete ser de qualidade.

Lavradores de Feitoria rose SA.jpg

Na linha gastronómica do branco e na mesma gama (e marca), a Lavradores de Feitoria aposta também no rosé, que num piscar de olhos chega à 8.ª edição. Porque o lado visual conta, e muito, nomeadamente nesta tipologia, o "Lavradores de Feitoria rosé 2018" apresenta-se em tons de salmão claro. No aroma é fino e elegante, mas com fruta evidente, do tipo cereja e nuances de alperce. A entrada de boca é fresca e equilibrada. A cereja evidencia-se no palato e a ela junta-se a ameixa, criando uma díade de sabores a frutos vermelhos, complementados pela presença de citrinos. Em linguagem enófila, estamos perante um rosé seco (em oposição ao doce), que pauta pela frescura e leveza. Um rosé que prima pela presença de Touriga Franca (70%), a qual se juntam uvas de castas autóctones várias, plantadas em “regime” de field blend.

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