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28.03.19

Bárbara Correia expõe “Estado das Coisas” na Galeria Geraldes da Silva, no Porto


por Redação o largo.

Divulgação


Depois de ter vencido, em dezembro de 2017, a primeira edição do “Concurso de Expressão Artística Jovem” promovido pela Organização das Cidades Património Mundial, com a pintura “Sem Título” (130cmX180cm, Técnica Mista sobre Tela) e de ter participado em várias exposições coletivas, Bárbara Correia expõe agora em nome próprio na Galeria Geraldes da Silva, no Porto.


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Nesta mostra, intitulada “Estado das Coisas”, a jovem pintora propõe-se a descrever a perceção de um sujeito que é simultaneamente o “eu” e o “objeto”. “Através de cores e símbolos como elementos categorizadores desse entendimento, pretende-se desconstruir o espectro de possibilidades de se ser um “eu”, nas suas qualidades abstratas de tempo, peso, equilíbrio, ritmo e na tradução do seu estado psicológico no estado físico do objeto”, explica a artista.


 


 


Bárbara Correia nasceu em 1997 em Guimarães, Portugal. Atualmente, frequenta o quarto e último ano da Licenciatura em Artes Plásticas - Pintura na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto (FBAUP), a qual conclui no ano curricular 2018/2019.


Artist statment:
A razão ou sujeito que desperta a minha curiosidade é sobretudo a desconstrução do processo de compreensão. Este processo da procura do fundo das questões, devido à sua provável impossibilidade, torna-se com frequência obsessivo e consequentemente [demasiado] prolongado no tempo.
Torna-se então incontornável, que o trabalho que desenvolvo seja uma materialização de uma perspetiva pessoal, culminando na criação de uma cosmologia que passa por catalogar pessoas, momentos, memórias, com
fundamento nas minhas afeções. Nesta cosmologia, a minha compreensão não se constitui através de imagens, nem tão pouco através de palavras, mas através do meu espectro de reações emocionais.
Embora não existam quaisquer pretensões de teor sociológico ou científico, constata-se a impossibilidade de que este processo não se cruze com esses campos, quer seja pela inerente redundância que a questão provoca, quer pela constituição biológica. Ainda assim, não trata nada disso antes de tratar o mundo, que embora carregue consigo conceitos de universalidade, serve aqui o propósito de descrever o conjunto de objetos questionadores que incentivam este projeto.
Ao nível formal, a execução desta cosmologia rege-se na manipulação versátil de diversos materiais e técnicas para tirar proveito do elevado grau de acidentalização, traduzindo redundantemente através da matéria a mesma
questão que a incita, o processo de compreensão. O seu caráter é então algo metamorfo, vai sofrendo mutações de acordo com as questões que suscitem maior interesse, as quais apenas posteriormente se coadunam com a sua descrição formal.


"Estado das Coisas" inaugura dia 29 de março, pelas 21h00, na Galeria Geraldes da Silva, no Porto. A exposição pode ser visitada de terça a sábado entre as 10h00 e as 18h00, até ao dia 04 de abril de 2019.

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