“Solto” abriu no passado dia 19 de setembro no centro de Famalicão.
por Bruno Micael Fernandes
Uma marca "elegante" e "bem definida" com uma "perfeita harmonia" entre todos os elementos. É desta forma que a agência criativa Drible descreve o branding do novo restaurante "Solto", do grupo Marco, no centro de Vila Nova de Famalicão.
Inaugurado no passado dia 19 de setembro, o Solto assume-se como uma steakhouse que promete "surpreender e conquistar pela qualidade a ambiente", refere a agência, sublinhando que o restaurante tem uma "decoração moderna e acolhedora, acompanhada de um serviço de excelência" para qualquer "jantar especial ou uma refeição descontraída".
Assumindo-se como "um espaço premium", a nova unidade do grupo Marco foca-se nas carnes frescas grelhadas, "a grande estrela" de um menu que inclui também as massas a disputar as atenções. O grupo pretende que o novo restaurante reafirme o posicionamento como referência na cidade, diversificando "a sua oferta gastronómica na região": "O Solto convida todos os apreciadores de boa carne a visitarem o espaço", acrescenta.
O trabalho da equipa criativa da Drible passou por desenhar uma "marca elegante e bem definida, com todos os elementos em perfeita harmonia": "Soltamos a nossa criatividade e o Restaurante Solto nunca mais se sentiu perdido", acrescentou a equipa.
Esta colaboração entre a agência de marketing digital, branding e web e o grupo de restauração não é de agora. Ao longo de sete anos, a Drible foi a responsável pelo branding de todo o grupo, gerindo atualmente as redes sociais do primeiro restaurante, o "Restaurante Marco", "conhecido pelas suas francesinhas em Vila Nova de Famalicão". Além do "Marco" e do "Solto", o grupo tem ainda o espaço de brunch e lunch "Roma Romã".
O também teólogo alerta para as consequências de unir preceitos religiosos com pretensões políticas
por Agência Pública
Esta é uma republicação integral em português do Brasil de um artigo da autoria de Andrea DiP, Clarissa Levy, Claudia Jardim, Ricardo Terto e Stela Diogo e disponibilizado originalmente no site da Agência Pública.
O Brasil é um Estado laico, pelo menos oficialmente, desde o final do século 19. Na prática, porém, as influências da religião no governo ainda são evidentes. Nos últimos anos, pesquisadores têm chamado atenção para a tendência de algumas igrejas neopentecostais se organizarem como grandes empresas, difundindo ideologias que atribuem aos indivíduos a responsabilidade por seu sucesso ou fracasso. Entre elas, é possível destacar a teologia da prosperidade e a teologia coaching.
Um desses pesquisadores é o jornalista Ranieri Costa, convidado do Pauta Pública desta semana. Ele é autor do livro "Teologia coaching: a ilusória ideologia de que nascemos só para vencer", lançado este ano pela Fonte Editorial. Na entrevista, ele explica o que é esse pensamento, difundido por igrejas e agora também por influenciadores ou coaches, que utilizam a linguagem religiosa com foco no sucesso individual – um exemplo deles é o atual candidato à prefeitura de São Paulo Pablo Marçal. Para Costa, que também é teólogo e pastor evangélico, o problema não está nas crenças individuais, mas na instrumentalização da fé nas relações sociais e políticas.
Segundo o pesquisador, a lógica de responsabilizar unicamente as pessoas e negar os problemas sociais constitui uma forma de violência discursiva. Ele entende que é violento negar a dor e a fragilidade humana. “A teologia coaching ignora as desigualdades e trata como falta de vontade própria, de entusiasmo e de propósito. Com isso, o ciclo de violência é intensificado neste caso, porque as pessoas que já estão sofrendo com a desigualdade sofrem com culpa de não conseguirem prosperar.”
Leia os principais pontos da entrevista e ouça o podcast completo abaixo.
[Andrea Dip] O que é a teologia coaching? Como ela se diferencia da teologia da prosperidade? Na teologia da prosperidade, ainda que de forma distorcida, havia uma relação com o divino, ou seja, o sujeito que está envolvido dentro de uma igreja que comunica a mensagem da prosperidade, ele tinha a figura de Deus dentro dessa equação. Para prosperar ele precisava de Deus. Ele precisava dar o dízimo, ter uma vida íntegra e ser uma pessoa com participação ativa na igreja, mas, no final das contas, o que daria a ele a prosperidade financeira era a ação de Deus em retribuir o seu ato de obediência, de generosidade e de comprometimento com a igreja. Na teologia coaching, isso muda um pouco porque Deus é tirado dessa relação. É uma teologia que defende que tudo que o sujeito precisa para prosperar e alcançar o sucesso está dentro dele mesmo, ou seja, ele não precisa ser retribuído por Deus. Basta apenas que ele se dedique intensamente a cumprir metas estabelecidas, quase sempre, através de algum tipo de guru, como esses que nós temos visto por aí. Então, a teologia da prosperidade barganhacom Deus e a teologia coaching é formada por sujeitos que se consideram deuses de si mesmos, capazes de fazer tudo que precisa.
[Andrea Dip] No último domingo, vimos um absurdo protagonizado por Datena e Marçal durante um debate eleitoral para a prefeitura de São Paulo. Você diz que a teologia coaching é violenta, principalmente na política. Por quê? E de que maneira essa onda tem crescido na política brasileira? A teologia coaching é violenta porque nega a dor e a fragilidade humana. Ao fazer essa negação, ela coloca as pessoas que sofrem numa situação em que, ao buscar essa prosperidade, elas acabam sendo vítimas da lógica desse discurso e passam a ser os algozes de si mesmos. Então, o sujeito que passa a ser abastecido com esse tipo de conteúdo passa a desconsiderar o fracasso e as negatividades. Só que, por mais que eles desconsiderem essas, elas não deixam de existir. Negar tudo isso, negar o cenário de desigualdade social que enfrentamos em nosso país, produz violência. A teologia coaching ignora as desigualdades e trata como falta de vontade própria, de entusiasmo e de propósito. Por isso ela é violenta. Por negar as dores, as fragilidades e as mazelas, colocando as pessoas que estão sendo abastecidas por esse discurso em uma posição de que não podem sofrer nem demonstrar o sofrimento. Devem buscar o sucesso, ignorando todas essas dores e mazelas. Contudo, essas coisas não deixam de acontecer. Com isso, o ciclo de violência é intensificado neste caso, porque as pessoas que já estão sofrendo com a desigualdade sofrem com culpa de não conseguirem prosperar.
[Andrea Dip] Silas Malafaia, que influencia bastante o eleitorado evangélico, se posiciona contra Pablo Marçal. Os dois teoricamente são evangélicos e de direita. Quais são as diferenças e o desentendimento entre eles. Primeiro, a gente precisa falar que esse desentendimento é temporário, não vai durar. Caso Marçal vá para o segundo turno [contra Boulos], imediatamente Malafaia não vai retirar o que disse, mas vai declarar apoio ao Marçal. Isso porque, [em entrevista], ele me disse que apoiaria qualquer pessoa contra o Boulos. Então, a única forma dessa guerra continuar é com Marçal não indo pro segundo turno ou indo contra Nunes. Aí pode ser que o Malafaia continue essa briga. Caso contrário, não vai continuar. O Malafaia, ele tem de fato uma importante influência política no contexto evangélico. A igreja Assembleia de Deus é a maior denominação evangélica do país e é toda segmentada, não existe uma Assembleia de Deus. Há inúmeras igrejas Assembleia de Deus, e Silas Malafaia é líder de uma delas, mas, por ele ser líder da Assembleia, é um cara muito influente. Contudo, a minha leitura é que o Silas tem uma influência política menor do que ele acha e maior do que a imprensa acha que ele tem. É aquele cara que tem uma noção exagerada de si mesmo. Essa briga toda se dá por questões políticas de apoio a Bolsonaro. O Malafaia percebeu que o Marçal tem potencial de ocupar o posto do Bolsonaro, mas ele não gosta do Marçal, nunca gostou. Isso começou lá atrás, quando o Marçal quis falar que o Malafaia tinha participação na maçonaria. Para um pastor evangélico é uma ofensa muito grande, e ali começou toda a briga deles. Ele disse para mim que, a princípio, os problemas que ele tinha com o Pablo Marçal eram teológicos. Silas Malafaia foi pregador da teologia da prosperidade. Então esse sujeito, que é um dos maiores pregadores da teologia da prosperidade, diz que tem problemas teológicos com o cara da teologia coaching. Olha onde a gente tá inserido. A diferença entre eles é que o Malafaia é um cara analógico, assim como a teologia da prosperidade. Muito embora ele se comunique bem nas redes sociais dele, ele tem um alcance considerável, maior inclusive que os outros pregadores mais antigos da teologia da prosperidade, mas ele é o cara analógico. Ele não é o cara do online como Pablo Marçal. E isso se aplica no aspecto teológico, se aplica num aspecto político e vai para todas as esferas. A capacidade que um tem de se mobilizar nas redes sociais, ser mais do que a do outro, afeta todas as suas participações na sociedade.
Este artigo foi originalmente publicado no site da Agência Pública e republicado na íntegra n'o largo. ao abrigo da licença Creative Commons CC BY-ND 4.0.
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Mostra quer levar peregrinos a um “percurso que nunca acaba”.
por Bruno Micael Fernandes
"Não passes pelo Caminho... Deixa antes que o Caminho passe por ti" é o mote da exposição inaugurada no passado dia 21 de setembro no Posto de Turismo de Fátima, Ourém.
Dinamizada pela Associação Espaço Jacobeus (AEJ), em colaboração com o Turismo Centro de Portugal e o município de Ourém, a mostra pretende levar os peregrinos a descobrirem os Caminhos de Santiago de uma perspetiva: "Esta exposição é um desafio a quem visita o posto de turismo para iniciar a preparação do Caminho de Santiago", diz o presidente do AEJ António Devesa, acrescentando que, quem vier visitar a exposição, "perceberá melhor o que é o Caminho e se vai ao encontro dos seus desejos".
A mostra reúne vários objetos relacionados com a "peregrinação jacobeia", assim como fotos dos "diferentes caminhos de Santiago e do património que atravessam", símbolos e estatuetas de Santiago, além de "um conjunto de histórias ilustradas de peregrinos, recordações, peças de artesanato e o pote da típica queimada galega", frisa a associação.
A exposição estará patente até dia 03 de novembro, sendo visitável diariamente no horário de funcionamento do Posto de Turismo. A entrada é gratuita.
A AEJ é uma associação católica de Braga surgida em 2004 que "preserva, na sua essência, o espírito ecuménico de aceitação de todas as pessoas, raças e credos". Conta com 800 associados.
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O município de Oeiras vai promover um workshop sobre a arte das tatuagens já no próximo dia 19 de outubro.
"Iniciação à Arte de Ser Tatuador" é o nome da ação que será dirigida pelo artista Paulo Viegas na Casa da Juventude de Oeiras e é dirigida a jovens entre os 15 e os 35 anos.
Operadora recomenda que utilizadores descarreguem conteúdos antes do fim do serviço.
por Bruno Micael Fernandes
É o fim de um serviço galardoado! A MEO vai descontinuar o serviço MEO Kanal já a partir de novembro. A informação começou a ser enviada aos clientes da operadora esta semana.
"Em 2012, criámos o MEO Kanal que veio revolucionar e democratizar o acesso dos portugueses ao pequeno ecrã. Passados 12 anos, outras soluções foram desenvolvidas pelo mercado, aliadas a novas necessidades dos utilizadores e espetadores", refere a empresa.
A operadora detida pela Altice Portugal refere que o serviço será descontinuado a partir do dia 28 de novembro, recomendando que, se os clientes ainda tiverem conteúdos na plataforma, descarreguem-nos até esse dia: "Após 28 de novembro, não será possível qualquer recuperação, pelo que deve fazer o download antes dessa data", acrescenta.
Apesar do fim do serviço, a MEO promete novidades: "Esta descontinuação permitirá libertar recursos para continuarmos a inovar e a apresentar-lhe soluções de qualidade", acrescenta.
O MEO Kanal surgiu em 2012 como uma forma de partilha de conteúdos, criando um canal de televisão em formato playlist acessível através da televisão (carregando no botão verde do comando e introduzindo um sequência de seis números), mas também através da internet. O serviço foi utilizado por dezenas de pessoas e empresas que viram ali uma forma de divulgar os seus conteúdos, tendo mesmo sido galardoado com vários prémios em ao longo dos anos.
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Em 277 barras de cereais de dois grandes retalhistas, muitas delas não cumprem as diretrizes nutrici
por CIS-Iscte
Uma equipa de investigadoras do Centro de Investigação e Intervenção Social (CIS-Iscte), do Ispa e da Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa-IPL analisou as barras de cereais disponíveis no mercado português, tendo encontrado discrepâncias entre as perceções de consumidores e o conteúdo nutricional real destes produtos.
Num mundo em que a conveniência muitas vezes se sobrepõe às escolhas saudáveis, as investigadoras Magda Saraiva (William James Center for Research, Ispa), Margarida Garrido (CIS-Iscte), Cláudia Viegas (ESTSL, IPL) e Marília Prada (CIS-Iscte) tiveram como objetivo mapear o perfil nutricional das barras de cereais, uma escolha popular de snack entre os consumidores atarefados. “A qualidade nutricional dos diferentes tipos de barras de cereais disponíveis em Portugal e as perceções das pessoas sobre elas não tinham sido exploradas anteriormente”, afirma Magda Saraiva, a primeira autora do estudo, destacando o seu aspeto inovador.
Depois de analisar a informação nutricional de 277 barras de cereais de dois grandes retalhistas, a equipa de investigação descobriu que muitas barras de cereais, muitas vezes comercializadas como alternativas saudáveis aos snacks tradicionais, não cumprem as diretrizes nutricionais nacionais relativas a nutrientes essenciais como o açúcar, a gordura e o sal. “O teor de açúcar variava muito entre os produtos analisados”, afirma Marília Prada. “Verificámos que algumas barras tinham menos de 1%, enquanto outras chegavam a uns surpreendentes 57%”, continua. De acordo com o trabalho de investigação, mais de metade dos produtos foram classificados como tendo um elevado teor de açúcar e menos de 20% seriam classificados como “verdes” no sistema de semáforo nutricional. “Estes dados são alarmantes, especialmente quando consideramos que estes produtos podem ser considerados muito convenientes e são comummente anunciados como uma escolha saudável”, acrescenta Magda Saraiva.
No estudo, os e as participantes apreciaram o sabor e a conveniência destes snacks. Contudo, também os consideraram pouco saudáveis, altamente calóricos e excessivamente processados. Margarida Garrido acrescenta que “a perceção das barras de cereais como pouco saudáveis foi particularmente evidente entre as pessoas com formação em áreas relacionadas com a saúde”.
Uma das tarefas que os participantes tinham de completar no estudo era estimar a percentagem de açúcar, fibra, gordura e proteína contida em diferentes barras de cereais. “Verificou-se uma lacuna significativa na compreensão do consumidor sobre o conteúdo nutricional, com participantes a sobrestimarem os níveis de proteína e fibra nestes produtos”, afirmou Cláudia Viegas. De acordo com a equipa de investigação, estes resultados sugerem a necessidade de melhor educar sobre a leitura dos rótulos e a compreensão das orientações nutricionais, uma vez que esta perceção errada pode levar os consumidores a fazer escolhas que não estão alinhadas com os seus objetivos de saúde.
“As implicações deste estudo vão para além das escolhas individuais dos consumidores”, afirma a equipa de investigação. Os fabricantes devem reconsiderar a fórmulas dos seus produtos, com foco na redução do açúcar e da gordura e melhorando a qualidade nutricional, algo que deve ser acompanhado de uma rotulagem clara e transparente. A principal conclusão é a necessidade de um esforço colaborativo entre as partes interessadas, incluindo decisores políticos e organizações de saúde, para promover opções mais saudáveis no mercado e, sobretudo, ajudar os consumidores a tomar decisões informadas.
Este texto é publicado n’o largo. no âmbito do projeto "Cultura, Ciência e Tecnologia na Imprensa", promovido pela Associação Portuguesa de Imprensa.
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Canal de informação chega a duas novas operadoras esta segunda-feira.
por Bruno Micael Fernandes
O canal de notícias RTP3 está agora disponível em Angola e Moçambique através das operadoras Multichoice Africa naqueles dois mercados.
Numa nota desta segunda-feira, a estação pública portuguesa esclarece que o acordo de distribuição vai permitir "levar mais longe a missão da RTP, enquanto operador de serviço público, pela sua relação privilegiada com os países de língua portuguesa e ir ao encontro das necessidades dos diversos públicos".
Os espetadores angolanos poderão acompanhar a RTP3 através da operadora DStv, na posição 532. Já os espetadores moçambicanos, poderão ver a estação através da operadora GOtv, no canal 35. Contudo, para assistir, poderá ser necessário subscrever um pacote de canais específico.
"O que se passa no mundo e os temas que marcam a atualidade, sempre com o rigor e a confiança que definem a cobertura informativa da RTP, é agora também assegurado pela distribuidora MultiChoice", acrescenta a estação pública.
Pertencente ao serviço público de rádio e televisão, a RTP3 é um canal de notícias 24 horas, tendo esta designação desde 2015. Atualmente, está presente em todos os operadores nacionais, assim como na TDT.
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Canal vai estar presente em três operadoras nacionais.
por Bruno Micael Fernandes
Depois da substituição da TVI Ficção pelo V+TVI, o espaço no cabo dedicado à ficção nacional ficou orfão... mas não por muito tempo. A SIC prepara-se para lançar um novo canal: o SIC Novelas, que está disponível na plataforma de streaming do grupo Impresa, a Opto SIC, vai chegar à MEO, NOS e VodafonePortugal.
A informação foi divulgada pela própria estação num anúncio que tem estado a passar nos intervalos da emissão do "terceiro canal".
Não se sabe, contudo, quais serão os conteúdos que farão parte da grelha do canal. Atualmente na Opto SIC, "Dancing Days", "Rosa Fogo", "Floribella" e "The Light Of Hope" estão em emissão em formato maratona.
O canal ficará disponível no dia 01 de outubro na posição 14 da MEO, 131 da NOS e 69 na Vodafone Portugal.
Lançado em 2023, o SIC Novelas foi anunciado como sendo o primeiro canal FAST ("Free ad-supported streaming) de uma televisão portuguesa, sendo o seu acesso gratuito para o espetador.
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Série de seis episódios é do mesmo criador de “Peaky Blinders”.
por Bruno Micael Fernandes
É descrito como sendo um "thriller de alta cilindrada" e uma "saga familiar". Chama-se "This Town" é a nova série do TVCine Edition, que estreia esta quarta-feira, dia 25.
Criada por Steven Knight, que também desenvolveu a série "Peaky Blinders", "This Town" passa-se no Reino Unido de 1981: "Ambientada num mundo de laços familiares, emoções adolescentes e música que definiu uma geração, "This Town" conta a história da formação de uma banda num cenário de violência, capturando o modo como o génio criativo pode emergir de um tempo de loucura", refere o canal premium de cinema, acrescentando que a série seguirá "um grupo de jovens que lutam para escolher o seu próprio caminho na vida e que precisam de uma segunda oportunidade oferecida pela música".
Com seis episódios, a série terá também uma banda sonora de Kae Tempest, Dan Carey e ESKA, além dos temas que marcaram aquela época. Levi Brown, Jordan Bolger, Ben Rose e Eve Austin encabeçam o elenco que inclui Michelle Dockery, Nicholas Pinnock, David Dawson e Geraldine James.
A série de seis episídios será emitida todas as quartas-feiras, a partir das 22h10, no canal TVCine Edition, ficando disponível na plataforma de streaming TVCine+.
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Chama-se BRÄNNBOLL e conta com 14 artigos no cardápio.
por Bruno Micael Fernandes
Querem-se adaptar a qualquer divisão da casa, assumindo um "design arrojado e colorido". É o objetivo dos 14 artigos da coleção BRÄNNBOLL que a IKEA Portugal lançou nas suas lojas este mês.
Segundo a marca sueca, a coleção "pretende mostrar que, tal como brincar, jogar deve ser para todos, e devemos conseguir fazê-lo em qualquer área da casa, sem ter de esconder ou disfarçar", reforçando que o conjunto é algo "revolucionário", até porque segundo a investigação dos designers, "os jogadores e as pessoas com as quais partilham o espaço, querem peças flexíveis que permitam criar um espaço para gaming, quando se está a jogar, e que se integrem muito bem na decoração da casa, quando não se está a jogar".
Com "móveis portáteis e produtos adaptáveis para vários fins, bem como produtos para organizar o equipamento ou manter os petiscos de fácil alcance", a coleção também se destaca pelo facto de se afastarem "da estética de gaming tradicional, de forma a serem integradas na decoração da casa", mas "contribuindo para um melhor desempenho durante as sessões de gaming".
A coleção também incluiu "valores fundamentais, como união, inclusão, saúde e bem-estar, com o objetivo de reforçar que o gaming é acessível a todos, independentemente da idade, do género ou do estilo".
Os produtos BRÄNNBOLL já estão disponíveis nas lojas da IKEA Portugal.
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É a segunda vez que associação local organiza o evento.
por Bruno Micael Fernandes
É na Casa do Povo de Santa Marta de Portuzelo que vai acontecer a "Noite Branca" daquela freguesia de Viana do Castelo. O evento acontece no dia 28 de setembro e terá dj para levar a festa a um "outro nível".
Numa nota enviada às redações, a Associação Cultural e Desportiva de Santa Marta de Portuzelo indica que o objetivo é "ter um número elevado de participantes. A animação começa a partir das 22 horas", acrescenta. O dj Ricardo Ribeiro será o animador.
A entrada tem um custo de três euros.
Esta é a segunda edição da Noite Branca de Santa Marta de Portuzelo.
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