Descobre quais os setores que mais cresceram em Portugal em 2023

O Turismo afigura-se como o setor estrela do ano de 2023.
Burak The Weekender/Pexels
Este artigo foi publicado há, pelo menos, 4 meses, pelo que o seu conteúdo pode estar desatualizado.

Depois de um 2020 de forte retração, em larga medida devido à pandemia, o PIB (Produto Interno Bruto) português tem vindo a recuperar de forma excepcional.

Se, em 2021 e 2022, o PIB cresceu, respetivamente, 7,8% e 12,1%, de acordo com os dados do Eurostats, a economia portuguesa deve registar um crescimento de 2,4% em 2023, uma percentagem acima da média da União Europeia para a qual muito contribuiu um setor empresarial altamente dinâmico e uma carga fiscal baixa (também abaixo da média da UE).

Apesar de ainda não existirem dados finais em relação aos setores da economia que mais cresceram e, por consequência, também contribuíram para o bom desempenho da economia portuguesa, é sem grande sombra de dúvidas que afirmamos que o Turismo se afigura como o setor estrela do ano de 2023.

Com 25 mil milhões de receitas, mais 18,5% face a 2022, o setor do Turismo foi um dos setores que mais contribuiu para a economia portuguesa, mas não foi o único, como poderemos comprovar pelos dados do Barómetro da Informa D&B no que toca à criação de novas empresas.

Segundo este barómetro, até ao final do mês de setembro, foram criadas 39.042 novas empresas, um valor recorde para o qual o setor dos Transportes foi o que mais contribuiu.

Neste setor que engloba, por exemplo, as empresas como a Uber ou a Bolt, foram registadas um total de 4.729 novas empresas.

Em segundo lugar neste ranking surge, sem grandes surpresas, o setor do Alojamento e Restauro com um aumento de 394 novas empresas, em terceiro o sector da Construção com uma subida de 344 empresas e, em quarto, os Serviços Gerais com mais 331 empresas.

De forma algo surpreendente face ao crescimento da procura pela área do Imobiliário, este setor recuou na constituição de novas empresas, já que registou um decréscimo de 400 empresas. Neste campo, o Imobiliário não esteve sozinho, já que o sector das Tecnologias da Informação e Comunicação e o sector das Indústrias também acabaram por registar um ligeiro decréscimo na constituição de novas empresas.

Outro dado que confirma o bom momento das empresas portuguesas é o registo de encerramentos. De acordo com o barómetro da Informa, nos primeiros nove meses do ano passado, os encerramentos de empresas diminuiu 5,3% em relação aos primeiros nove meses de 2022.

Pagamentos contactless registam um peso cada vez maior na faturação dos negócios nacionais

Um dos fatores que mais impacto tem na contabilidade e sucesso das empresas é, sem grande margem para dúvidas, a forma como estas se ligam aos hábitos de consumo dos seus clientes, nomeadamente no que diz respeito aos pagamentos.

Neste parâmetro, à semelhança do que tem acontecido de há uns anos a esta parte, o destaque vai para o contactless.

Mais ágil e seguro do que os pagamentos tradicionais com dinheiro físico, os pagamentos contactless têm registado um peso cada vez maior na faturação dos negócios nacionais, especialmente os pertencentes ao setor do Turismo e Retalho Alimentar.

De acordo com o relatório REDUNIQ Insights, solução de conhecimento da UNICRE, relativo aos primeiros seus meses de 2023, os pagamentos contactless apresentavam um peso na faturação dos negócios portugueses de 62%, mais 6% do que no mesmo período de 2022 e mais 56% do que em 2019.

Já no que toca ao peso do contactless nas transações, este relatório diz-nos que esta forma de pagamento sem contacto esteve em destaque em 80% das transações, mais 5% do que em igual período de 2022 e mais 64% do que em 2019.

Como se pode perceber pelos dados apresentados, a inclusão e oferta de métodos de pagamento contactless é um fator não negociável para qualquer empresa que queira continuar a expandir o seu negócio, já que os clientes assim o exigem.

De modo a satisfazer esta exigência, a REDUNIQ, marca especialista no desenvolvimento de métodos de pagamento, está a ajudar os negócios portugueses a adaptarem-se a este novo paradigma de pagamentos com a oferta de três modelos de TPA (terminal de pagamentos automático) que não só garantem a satisfação do cliente, como permitem que as vendas e o ticket médio (valor médio gasto pelo cliente em cada compra) aumentem de forma significativa.

Começando pelo terminal REDUNIQ Easy, este TPA foi criado a pensar nos negócios que façam poucas transações permitindo que estes, sem custo de adesão, período de fidelização ou receita mínima, aceitem pagamentos “tradicionais” com cartões de crédito e débito (marcas Visa e Mastercard) através de PIN, contactless, MB WAY, Apple Pay e Google Pay.

Já no caso do REDUNIQ Smart com tecnologia contactless NFC (Near Field Communication) integrada, este terminal traz incorporadas um conjunto de apps de gestão que auxilia o seu negócio e lhe permite ser totalmente móvel e digital, como é o caso da app certificada omeutáxi que, na prática, providencia aos taxistas e aos seus clientes um método mais simples, seguro e rápido de realizar transações.

Por último, temos o verdadeiramente revolucionário REDUNIQ Soft, uma solução de pagamento Android em forma de app que lhe permite receber pagamentos através do seu smartphone de forma simples e rápida por QR Code, NFC ou Contactless, onde e quando quiser, sem precisar de um TPA físico.

Nota da redação _ os artigos de autores externos não representam opiniões ou posições d’o largo..

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