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Morreu o fadista Carlos do Carmo

Tinha 81 anos

Este conteúdo tem 6 meses e poderá estar desatualizado.

O fadista Carlos do Carmo morreu, esta sexta-feira, no Hospital Santa Maria, em Lisboa. A informação foi dada pela família do cantor a vários media. 

Em comunicado, a Universal Music Portugal, editora de Carmo, refere que “o fadista deixa um enorme legado que marcou profundamente o Fado. Senhor de um dom inigualável, Carlos do Carmo deu vida às palavras como ninguém. Muitas vezes visionário, nunca abdicou de levar o Fado para outras dimensões, de lhe introduzir novos instrumentos, de evangelizar novos poetas, de manter o nível”. 

Carlos do Carmo tem um percurso inigualável. Despediu-se dos palcos a 19 de novembro de 2019 mas preparava-se para lançar um álbum de estúdio intitulado “E Ainda…”, registo que será, segundo a Universal, editado brevemente. Com 57 anos de carreira, o fadista nasceu em 1939. Filho da também fadista Lucília do Carmo e do livreiro Alfredo Almeida, começa a sua carreira artística em 1964. Considerado como o representante máximo do “fado novo”, foi também um dos mais determinantes embaixadores na candidatura do Fado a Património Imaterial da Humanidade. 

“Canoas Do Tejo”, “Lisboa, Menina E Moça” ou “Os Putos” foram alguns dos temas popularizados pela voz do fadista. 

Carlos do Carmo tinha 81 anos. 


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29 anos. Barcelense. Fundador, diretor e redator d'o largo.

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