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o largo.

#informação #entretenimento #rádio

31.01.19

Cinema: intervalos passam a ter publicidade


Bruno Micael Fernandes

NOS/Divulgação

A NOS Publicidade vai iniciar a comercialização de espaços publicitários nos intervalos dos filmes no cinema. 

A medida, confirmada pela empresa do grupo NOS à edição online da revista Meios & Publicidade, vai aplicar-se aos cinemas NOS, UCI, City e Castello Lopes, sendo certo que os intervalos vão manter a duração de sete minutos. 

Miguel Raposo Magalhães, diretor comercial da empresa, considera que "a sala de cinema é um local priveligiado para comunicar com os consumidores". A medida é vista pela agência como "solução" para "cativar ainda mais as marcas a comunicarem em cinema". 

A comercialização vai começar já a partir de fevereiro. 

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31.01.19

Venezuela: jornalistas estrangeiros foram libertados


Bruno Micael Fernandes

Fernando Llano/Associated Press/The New York Times/Direitos reservados

Os jornalistas do canal francês TMC e da agência espanhola EFE  já foram libertados. 

Num tuíte publicado pela produção do programa de atualidade política "Quotidien", é confirmada a libertação dos jornalistas franceses Pierre Caillé e Baptiste des Monstiers, colaboradores do programa, e que os mesmos "estarão de regresso a Paris brevemente". 

Mauren Barriga, Leonardo Muñoz, Gonzalo Domínguez, da agência EFE, foram também libertados e serão deportados para a Colombia, estando esse processo a decorrer. Quanto ao motorista que acompanhava Leonardo Muñoz, o venezuelano José Salas, não existem informações. A agência de notícias diz desconhecer se o motorista foi colocado em liberdade ou se as autoridades venezuelanos o mantêm detido. 

Estas libertações surgem depois de várias tomadas de posição de governantes e responsáveis de diversos países e da própria União Europeia. Os jornalistas foram detidos na quarta-feira em diversas ações independentes entre si.

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31.01.19

Venezuela: vários jornalistas estrangeiros foram detidos


Bruno Micael Fernandes

Fernando Llano/Associated Press/The New York Times/Direitos reservados

A Venezuela está a viver uma situação política extremamente complicada: Juan Gaidó tem apoio popular mas Nicolas Maduro tem o apoio das Forças Armadas. 

Com este braço de ferro, a atenção mediática internacional vira-se para este país rico em recursos naturais mas com uma economia de rastos. E, quase como um controlo, há já vários jornalistas estrangeiros detidos.

O caso mais recente é o de dois jornalistas franceses que foram detidos esta quarta-feira. e outros dois chilenos  foram expulsos do país. Há também outros três jornalistas da agência espanhola EFE detidos. 

Segundo o canal de notícias LCI, os dois jornalistas, Pierre Caillé e Baptiste des Monstiers, foram detidos esta terça-feira em frente ao palácio presidencial. Os repórteres, colaboradores da equipa do programa "Quotidien" do canal francês TMC, estariam a filmar o edifício quando foram abordados. Yann Barthès, apresentador do programa, anunciou a prisão dos dois membros da equipa esta quarta-feira mas não iria dar mais pormenores: "Neste momento, é difícil dizer mais alguma coisa sob pena de agravar a sua situação", indicou. O sindicato francês dos Trabalhadores de Imprensa ( Syndicat national des travailleurs de la presse - SNTP) acrescentou ainda que os dois jornalistas foram detidos com "o seu produtor no país, Rolando Rodriguez. Depois, o contacto com eles perdeu-se". Os três profissionais estão detidos há mais de 24 horas. 

A situação dos jornalistas chilenos é bem diferente. Rodrigo Pérez e Gonzalo Barahona, do canal chileno TVN, foram abordados e detidos esta terça-feira à noite por membros da segurança presidencial, junto com duas jornalistas venezuelanas do canal digital VPI, Mayker Yriarte e Ana Rodriguez. Os dois jornalistas chilenos foram expulsos do país na quarta-feira à noite. Já as jornalistas venezuelanas foram colocadas em liberdade na quarta de manhã. Segundo o jornal Le Monde, Yriarte referiu que as autoridades acusaram os jornalistas de terem entrado numa "zona de segurança" de acesso restrito. 

A equipa da agência EFE mantém-se detida. Ao todo, serão três jornalistas (dois colombianos e um espanhol) da agência espanhola de notícias que estão detidos desde a manhã desta quarta-feira. Leonardo Muñoz, Mauren Barriga e Gonzalo Domínguez viajaram no dia 17 para Caracas para ajudar na cobertura da crise política no país. Na noite de terça para quarta-feira, membros do Serviço Bolivariano de Inteligência estiveram no escritório da EFE em Caracas, tendo dito a Barriga e Domínguez que Muñoz havia sido detido pela Direção de Contrainteligência Militar, sendo que os jornalistas foram obrigados pelos agentes a recolherem os pertences no hotel e, depois, levados para interrogatório. Leonardo Muñoz estaria desaparecido desde quarta-feira de manhã, bem como o motorista venezuelano José Salas, quando se perdeu o contacto.

Até esta quinta-feira, e antes de se saber que ele tinha sido detido, o jornalista era dado como desaparecido. Carlos Holmes Trujillo, ministro dos Negócios Estrangeiros da Colombia, afirmou num tuíte que o seu país " rejeita a detenção na Venezuela do cidadão colombiano Leonardo Muñoz, fotógrafo da Agência Efe, e exige a sua libertação imediata. Nós exigimos respeito pela vida do nosso compatriota". Também a União Europeia pede a libertação dos três jornalistas da agência. Federica Mogherini, alta representante da UE para a Política Externa, expressou "plena solidariedade" com os detidos. "Desde a União Europeia há um claro pedido que se libere qualquer jornalista que tenha sido detido sem nenhum motivo. Acreditamos firmemente que todos os jornalistas devem ser capazes de exercerem as suas obrigações, responsabilidades e direitos no cumprimento do seu trabalho", sublinhou. O Conselho de Redação da agência tomou uma posição na manhã desta quarta-feira, pedindo ao governo espanhol para fazer "todas as diligências necessárias com a máxima urgência para que os colegas detidos sejam libertados e possam voltar a desenvolver a sua atividade profissional. 

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30.01.19

PAIÃO apresenta-se ao vivo


Bruno Micael Fernandes

Divulgação

Numa homenagem à obra de Carlos Paião, o grupo PAIÃO, que integra João Pedro Coimbra, Nuno Figueiredo, Via, Jorge Benvinda e Marlon, vai apresentar-se ao vivo em fevereiro. 

Em dois concertos de apresentação do primeiro álbum, editado em novembro passado, o grupo sobe ao palco da Casa da Música, no Porto, no dia 01 de fevereiro, e do Capitólio, em Lisboa, no dia seguinte. 

Estes concertos surgem depois do lançamento do novo single "Não Há Duas Sem Três". 

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30.01.19

EDP quer ter rede telefónica privativa


Bruno Micael Fernandes

EDP/Direitos Reservados

A EDP Distribuição, empresa do grupo EDP para o mercado regulado e concessionária da rede de distribuição elétrica nacional, quer ter uma rede telefónica própria para suportar os serviços de distribuição de eletricidade, refere a edição desta quarta-feira do jornal Público

A empresa quer montar uma rede móvel com tecnologia LTE, baseada nas frequências que estarão a leilão para a instalação do 5G, algo que a Autoridade Nacional de Comunicações (ANACOM) prevê. O regulador indica que, para a faixa dos 450 MHz, há a possibilidade de "requerimento de atribuição de espectro para uso privativo". Segundo a EDP Distribuição, citada pelo matutino, esta rede assegurará "comunicações de voz e de transmissão de informação digital" de suporte às "atividades desenvolvidas no terreno pelas equipas responsáveis pelo despiste, reparação e reconfiguração da rede nacional de distribuição de energia elétrica", não tendo qualquer oferta comercial. 

Fonte da empresa justifica este pedido com o facto de a elétrica gerir "infraestruturas críticas essenciais para a prestação do serviço público no âmbito do sistema elétrico nacional. Há que manter e desenvolver sistemas de comunicações resilientes e seguros que, de forma integrada, confiram cobertura de áreas (em particular naquelas não cobertas pelos operadores de telecomunicações) e suportem os seus planos de continuidade de negócio nos cenários de maior impacto (ameaças/ataques criminosos, incidentes sísmicos, ou outras situações de grande vulnerabilidade social e económica)", defende. 

Vodafone está contra. MEO diz que é preciso "estudos"

As reações junto das operadores a este intento da EDP são variadas mas todos reconhecem que esta atribuição pode condicionar o espetro disponível. 

Do lado da MEO , a posição é a de que são necessários "estudos adicionais e decisões". A operadora participada da Altice, e que controla a empresa SIRESP SA (gestora da rede nacional de comunicações de emergência), diz que a utilização da faixa dos 450 MHz para uso em comunicação de utilidade e proteção públicas e assistência em desastres necessita de uma clarificação e que isso pode "condicionar o espetro disponível". 

Mas é do lado da Vodafone que vem a reação mais violenta. A antiga Telecel defende que a atribuição do espetro à EDP deve ser "vedada" ou "seriamente reequacionada. Um dos potenciais do 5G passa precisamente pela disponibilização de serviços M2M [machine to machine] e IoT [Internet of Things] a entidades como sejam a EDP, num espírito de universalidade de utilização do espectro e de possibilidade de entrega dos mesmos tipos de serviços a todos os prestadores energéticos", defende a operadora, sublinhando que, se se reitrar o "potencial interesse dos planos de negócios dos operadores", a "consequência" será a "desvalorização do interesse na aquisição do espetro para esse efeito". 

A empresa sustenta que uma possível atribuição do espetro à EDP seria dar à elétrica "uma vantagem competitiva" que "dificilmente poderá ser replicada" devido à quantidade de "concorrentes eventualmente em posição idêntica" à da elétrica e ao facto do espetro existente ser escasso. 

Para já, a ANACOM não tomou qualquer decisão sobre o assunto. 

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30.01.19

Galeria Municipal de Matosinhos recebe exposição "De Outro Modo"


helena margarida

Divulgação

Os artistas plásticos Sobral Centeno, Sá Coutinho e Manuel Porfírio estão de volta, juntos, "De Outro Modo". A exposição deste coletivo artístico das décadas de 1960/70 abre portas dia 2 de março e estará patente na Galeria Municipal de Matosinhos até ao dia 16 de março. A entrada é livre.

Considerada pelo crítico Bernardo Pinto de Almeida, que assina a curadoria e o texto do catálogo da mostra, como um importante contributo para a história – «que continua, em boa parte, por fazer» – da arte portuguesa na segunda metade do século XX, “De Outro Modo” procura dar a conhecer a memória de um percurso biográfico e de intervenção artística, cultural e social, aliado a uma permanente procura de expressão artística pessoal dos três autores.

A exposição testemunha, assim, o programa criativo pessoal que revela os novos sentidos e as novas propostas de criação artística que os três artistas hoje desenvolvem. «O trabalho dos três, visto de novo em conjunto, mas agora à distância do tempo, esclarece-nos grandemente não apenas da sua própria virtude e maturidade, apesar da juventude dos três artistas à época, tanto como de um clima experimental que se vivia então», escreve Bernardo Pinto de Almeida no texto do catálogo da exposição.

«Que reapareçam, agora, reagrupados, lembrando justamente o que fizeram através de obras que felizmente foram conservadas, é ato de elementar justiça histórica», acrescenta.

Este ano vão ainda passar pela Galeria Municipal de Matosinhos exposições de José Pedro Croft, dos surrealistas Eurico Gonçalves e Cruzeiro Seixas e da primeira edição da Porto Design Bienalle, organizada pelas câmaras municipais de Matosinhos e do Porto.

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