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28.12.18

Adeus 2018. Olá 2019!


helena margarida

nordwood-themes-1066398-unsplash.jpgIlhas, norte e sul do país preparam-se para dizer adeus a 2018. Há festa de passagem de ano para todos os gostos e carteiras.

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Para aquela que é a noite mais longa do ano, Vila Nova de Cerveira sugere um programa atrativo e gratuito. A ‘Noite Velha no Castelo’ arranca às 22h30 com a atuação da Orquestra Costa Rica em pleno centro histórico e continua madrugada dentro com 12 Dj’s no interior do Castelo. Às 12 badaladas, a autarquia oferece uvas passas, champanhe e fogo-de-artifício.

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Como sugestão de entrada no novo ano, o Viana Reveillon 2018 regressa ao Centro Cultural de Viana do Castelo, contando com Marta Ren & The Groovelvets como cabeça de cartaz, uma das mais carismáticas vozes da nova música portuguesa. Um concerto de entrada gratuita mediante apresentação de bilhete que poderá ser levantado a partir das 23h00 do dia 31/12, na bilheteira do Centro Cultural de Viana do Castelo. Claro que às 00h00 haverá fogo de artifício para receber 2019.

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As comemorações da Passagem de Ano em Guimarães estendem-se pela cidade com a novidade do palco e concertos na Plataforma das Artes e da Criatividade, assim como no Centro Histórico, entre a Praça de S. Tiago e o Largo da Oliveira. A festa começa às 23h00, com a exibição de vídeos na torre da Igreja da Oliveira. Durante a hora que antecede a meia-noite, o público assiste a uma “Master Collection”, uma rubrica que percorre as imagens de baú da música vintage, dos anos 20 aos 80, entre telediscos, genéricos e imagens de filmes musicais. Quando faltarem três minutos para as badaladas que anunciam 2019, as atenções voltam-se para a torre da Igreja da Oliveira, onde será exibido um festival de criatividade e de efeitos especiais de vídeo mapping, com música frenética e variada, dando origem a um mosaico de imagens e ritmos que compõem a arquitetura visual do espetáculo.

Na Plataforma das Artes e da Criatividade estará um novo palco que promete grandes concertos. O “show” começa às 23h00 com a atuação da banda Galgo. A entrada em 2019 acontece ao som da música afro-rock dos Throes + Shine e a festa estende-se ainda com Xinobi.

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Em Vila Real a Praça do Município já está preparada para o último dia de 2018. O tradicional Madeiro de Ano Novo acende-se a partir das 18h00 e servirá para aquecer a noite mais longa do ano. Os concertos da Dj OaNa, Áurea e um espetáculo piromusical fazem a despedida do ano velho e dão as boas vindas 2019.

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O Dj holandês Sebastiaan Hooft, os Afro Flavours, uma festa dos Anos 2000, fogo-de-artifício e muita animação, são os ingredientes certos para uma grande passagem de ano na Praia da Vitória, Ilha Terceira, Açores. A tenda de espetáculos está instalada no Paul e o acesso à festa faz-se através de pulseiras a 10 euros à entrada do recinto e nos bares aderentes ou então através da parceria de vários restaurantes do Concelho, onde a pulseira pode ser incluída no jantar de passagem de ano. Entretanto, às 12 badaladas, a partir do Miradouro da Serra do Facho, os céus da Praia da Vitória vão enfeitar-se com fogo-de-artifício.

17.56 Museu & Enoteca da Real Companhia Velha 01

Na Enoteca 17•56, no Cais de Gaia, novo espaço da Real Companhia Velha, o Réveillon terá vista privilegiada sobre o rio Douro. O cardápio inicia com champagne Pol Roger Brut Millésime 2009 a acompanhar ostras, presunto Joselito e canapés de foie-fras. Depois do ‘Amuse-Bouche’, guardado no segredo dos deuses, é dada a vez a ‘Quinta do Síbio Arinto 2016’, um vinho branco da Real Companhia Velha, servido com a entrada: ‘Trio de Crustáceos - Lavagante, Lagostim, Sapateira’.

‘Carvalhas branco 2017’ é o néctar escolhido para harmonizar com o prato de peixe: ‘Robalo com Arroz de Bivalves’. ‘Carvalhas Vinhas Velhas tinto 2011’ consiste, por seu turno, a colheita que melhor “casa” com o prato de carne: ‘Wagyu com Puré de Castanhas’.

Para a sobremesa, o ‘Praliné de Avelã’, está inscrito o ‘Grandjó Late Harvest 2013’. A refeição dedicada à celebração deste ‘Réveillon 2018’ termina com uma ‘Seleção de Queijos’ acompanhada pelo ‘Real Companhia Velha Vintage 2001’.

Antes das 12 badaladas, mas já com as dúzia de passas preparadas para o ritual da noite, ainda há tempo para o café ou o chá e os petit fours.

Guarde-se o fôlego, pois após a meia-noite é feito o brinde com espumante Real Companhia Velha. Segue-se uma mão cheia de referências vínicas para degustar em regime de bar aberto. Tudo isto por 250€ por pessoa.

Seja qual for a escolha… Feliz 2019!

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26.12.18

Morreu a atriz Manuela Cassola


Bruno Micael Fernandes

Jornal Alto Alentejo/Direitos Reservados

A atriz portuguesa Manuela Cassola morreu esta quarta-feira, noticia a Agência Lusa, citada. por vários órgãos de comunicação social. 

Segundo Ilídio Pinto Cardoso, porta-voz da Unidade Local de Saúde do Norte Alentejano, a atriz foi transportada para o hospital de Portalegre, tendo dado entrada já morta. 

Nascida a 19 de junho de 1925, Manuela Cassola ficou conhecida pela sua carreira no teatro e, já na reta final da sua carreira televisiva, pela sua participação na série "Inspector Max" na sua primeira e segunda temporadas.

Na página de Facebook da atriz, o filho escreveu que Manuela Cassola "teve uma vida sempre independente até ao último dos seus dias, um amor enorme pelo teatro e pela sua arte. E assim morreu a minha mãe, com o seu gatinho no seu colo e sentada na sua cadeira. Na sua cidade onde nasceu e à qual voltou para viver os seus últimos dias", descreve. 

Manuela Cassola tinha 93 anos. 

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20.12.18

Phone-ix chega ao fim


Bruno Micael Fernandes

Divulgação

A "Phone-ix", a marca dos CTT para as comunicações móveis, chega ao fim a 31 de dezembro. 

A empresa comunicou à ANACOM (Autoridade Nacional de Comunicações) a "cessação da prestação de serviços"  no passado dia 05 de de dezembro. A operar com o prefixo "922", os clientes da "Phone-ix" podem pedir, "desde já e até três meses após a data de cessação do serviço", a portabilidade dos seus números para outros operadores, ressalva o regulador. 

O serviço móvel dos CTT foi criado em 2007, utilizando a rede da TMN (atual MEO) para operar. Foi a primeira operação do género em Portugal. Apesar de querer afirmar-se como "a quarta rede móvel" no país, a percentagem de clientes era relativamente pequena, nunca tendo aparecido nas estatísticas da ANACOM. Na memória coletiva, ficam os anúncios de promoção do produto. 

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20.12.18

Der Spiegel despede jornalista por falsificar artigos e factos


Bruno Micael Fernandes

European Press Prize/Direitos reservados

A revista alemã Der Spiegel despediu um jornalista depois do profissional ter inventado fontes e notícias, anunciou a publicação esta quarta-feira

Claas Relotius terá "falsificado os seus artigos em grande escala e, até, inventado personagens, enganando tanto os leitores como os seus colegas". O jornalista admitiu que pelo menos 14 dos 60 artigos que ele escreveu para a publicação "têm uma parte de fabricação". A publicação está a verificar a veracidade dos outros artigos. 

As primeiras suspeitas surgiram em novembro com a publicação de um artigo sobre um grupo de vigilantes americanos que patrulhavam a fronteira entre o México e os EUA. Foi outro jornalista que deu o "alerta" para a fraude. Juan Moreno havia assinado um artigo com Relotious ("Jaeger's Border") e "ficou desconfiado", refere a revista no comunicado. 

Num artigo em alemão, a revista divulga que, antes, havia recebido uma denuncia sobre este artigo. "Jan" escreve à revista questionando Relotius "como poderia escrever artigos sobre o seu grupo sem uma entrevista?", para além de achar estranho que um jornalista escreva uma história sem ir ao local.

Moreno desce ao "inferno" (a expressão é da própria revista!) durante "três ou quatro semanas. A equipa em Hamburgo não acredita nas alegações do jornalista. "No final de novembro, princípios de dezembro, ainda era possível no Spiegel que Moreno fosse o verdadeiro patife desta história e Relotious vítima de uma calúnia". 

"Às suas custas" e aproveitando uma viagem aos EUA, para obter dados para outra reportagem, Moreno recolheu informações que incriminassem Relotius, ao mesmo tempo que tomava providências para se proteger. Afinal, o seu nome também vinha naquele artigo. O jornalista terá localizado algumas das pessoas que eram citadas no artigo, tendo descoberto que nunca falaram com Relotius. 

Refutando inicialmente, e "de forma inteligente" as acusações de que era alvo, acabou por confessar tudo a semana passada depois de ele "finalmente não conseguir dormir, perseguido pelo medo de ser descoberto" (novamente, expressão da própria revista!). Relotius, pressionado pela vice-presidente do departamento empresarial da Spiegel, Özlem Gezer, confessou que inventou todas as passagens do artigo, bem como de outras notícias.  

Como justificação, Relotius terá dito que fez isto não para perseguir a "next big thing" mas sim pelo medo de falhar. "A minha pressão para não falhar tornou-se maior que o sucesso em que me tornei", escreve a revista. 

Várias publicações podem ter sido afetadas

No seu extenso comunicado, a Der Spiegel indica que Claas Relotious cometeu este ato de forma "intencional" e "metódica", chegando mesmo a classificar como sendo com "intenção criminosa". A revista indica, a título de exemplo, que o jornalista incluiu, nos seus artigos, "indivíduos (...) que nunca conheceu ou com quem nunca falou", chegando a cita-los ou a contar as suas histórias (usando, para isso, vídeos ou reportagens de outros meios para obter o "cenário" para as reportagens) ou, mesmo, a inventar diálogos ou afirmações. "Fazendo isso, ele cria personagens compostas de pessoas que existem na realidade cujas histórias Relotious havia fabricado", indica. 

Ao todo, Relotious escreveu 60 artigos para a revista, tendo alguns artigos fabricados sido nomeados ou mesmo ganharam prémios no jornalismo como os artigos "Lion Children" (sobre duas crianças iraquianas raptadas e reeducadas pelo Daesh) ou "Number 440" (sobre prisioneiros em Guantánamo). 

A suspeita de que outros meios de comunicação social possam ter sido alvo das ações de Relotious prende-se com o facto de, antes de colaborar a tempo inteiro com a revista passou por outras publicações como freelancer, quer na Alemanhã, quer no estrangeiro. "Neste momento, isso não pode ser descartado", indica a Der Spiegel". A título de exemplo, a revista indica que o antigo editor também colaborou com os títulos Cicero,  Financial Times DeutschlandDie Welt ou Frankfurter Allgemeine Sonntagszeitung

Apesar desta situação, os artigos de Relotius manter-se-ão online e inalterados até que "as alegações sejam suficientemente clarificadas". No entanto, a revista irá colocar uma notificação sobre o caso. Além disso, a revista instaurou uma comissão de "pessoas experientes", internas e externas à publicação, para "investigar as indicações de falsificação". 

A revista está a considerar esta situação como "uma mancha negra" em 70 anos de história da revista. "Os objetivos impostos falharam, os valores foram feridos", indica. 

Claas Relotius começou a colaborar com a revista em 2011 como freelancer. Desde 2017 que fazia parte da equipa do Der Spiegel como editor. Foi eleito "Jornalista do Ano" pela CNN em 2014 e ganho ou Prémio Europeu de Imprensa em 2017. O editor "libertou o gabinete" no domingo e e foi despedido na segunda. 

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18.12.18

O "Anjo" visto por Ángel


helena margarida

o largo.

Teresa Arcanjo é a atriz que sozinha, em palco, dá vida a 17 personagens de "Angel" do dramaturgo Henry Naylor. Uma história verídica da Síria encenada agora em português por Ángel Fragua. 

Uma mulher que conta a trajetória de vida de uma outra jovem mulher a viver em Kobane, uma pequena cidade da Síria junto à fronteira com a Turquia. Um dia a cidade é invadida pelo Daesh e a vida de Rehana altera-se completamente: de menina sonhadora, passa a uma mulher pragmática, franco-atiradora e temida pelo Estado Islâmico.

O largo. entrou em cena e fomos dirigidos pelo encenador Ángel Fragua numa conversa sobre o texto, emocionalmente forte, que nos mostra uma realidade que – habitualmente – fica distante do nosso quotidiano.

Ángel Fragua é natural de Madrid, Espanha, e vive atualmente em Lousada. O encenador de "Anjo" é também ator e um dos seus trabalhos mais reconhecidos é o espetáculo de humor "Stand Down". Ángel colabora ainda com o grupo Peripécia Teatro. 

"Angel" Fragua que agora é "Anjo" vai andar em digressão pelo país com esta peça e continuar a virar de "cabeça para baixo" a cultura em Portugal com os seus espetáculos. Fiquem atentos.

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