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o largo.

onde tudo acontece...

27.11.18

IVA dos concertos passa a 6%. O das touradas também.


Bruno Micael Fernandes

ricardo/zone41.net (CC BY-ND 2.0)

Cinema, espetáculos de música e touradas pode ter IVA a 6%. É isso que está a avançar o jornal digital Observador

As propostas do PSD, CDS e PCP são iguais e introduzem a baixa do IVA para espetáculos de cinema, música (independentemente do tipo de recinto), tauromaquia e circo. A proposta inclui também espetáculos de dança, teatro e circo. 

Esta maioria "negativa" torna assim praticamente certa a aprovação destas propostas na Comissão de Orçamento e Finanças desta tarde, até porque, na votação na especialidade, serão votadas em conjunto. Ainda com a aprovação destas propostas, a entrada em vigor da baixa do IVA entra em vigor a 1 de janeiro e e não em julho como o Governo pretendia. 

Há outras propostas de outros partidos sobre o tema "IVA" mas não são iguais como um IVA mais alto para as touradas do que em outras "manifestações culturais" (Bloco e PAN) e baixa do IVA no cinema e espetáculos em qualquer recinto (Bloco).

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27.11.18

Trump defende criação do canal de televisão do Governo para competir com a CNN


Bruno Micael Fernandes

The Weekly Standard/Ethan Miller/Getty Images

O presidente dos Estados Unidos defendeu no Twitter, esta segunda-feira, que o governo deveria criar um canal de televisão internacional para competir com a CNN. Esta opinião advém do facto de Donald Trump acreditar que o estação noticiosa está a passar uma imagem do país "injusta e falsa". 

Enquanto a CNN não se está a sair muito bem nos Estados Unidos em termos de audiências, fora têm pouca concorrência. Em todo o mundo, a CNN tem uma voz poderosa retratando os Estados Unidos de uma forma injusta e falsa. Algo tem de ser feito, incluindo a possibilidade de os Estados Unidos começarem o seu próprio canal para mostrar ao mundo que realmente somos GRANDES!

Este é mais um episódio da "tensão" que existe entre Trump e a cadeia de notícias norte-americana, depois da Casa ter retirado a credencial de imprensa ao jornalista Jim Acosta e de a ter devolvido devido a uma decisão judicial. 

O tuíte de Trump também ignora o facto de os Estados Unidos já terem um canal internacional de rádio e televisão: o A Voz da América. Apesar de não estar presente em Portugal, produz conteúdos em português para os PALOP e para o Brasil. Segundo a Agência Lusa, citada na edição online do Expresso, o canal teve 275,2 milhões de espetadores no ano passado, ultrapassando, em larga escala, os canais globais da CNN

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26.11.18

Sátão promove cinema e atelier na época natalícia


Bruno Micael Fernandes

Divulgação

O município de Sátão já divulgou os filmes que vão estar em cartaz nas habituais sessões ao sábado à noite. 

Os filmes "Monstros Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald" e "Grinch" vão estar em exibição nos dias 01 e 08 de dezembro, respetivamente, sempre a partir das 21h. Os bilhetes já estão à venda.

Já para a época natalícia, a Biblioteca Municipal vai promover um Atelier de Decoração de Natal entre os dias 17 e 21 de dezembro. A entrada neste atelier é livre. 

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26.11.18

Feira de São Mateus: já estão aí as primeiras confirmações


Bruno Micael Fernandes

Divulgação

A Feira de São Mateus (FSM), em Viseu, já conheceu os primeiros nomes do cartaz para 2019. Reforçando uma "aposta internacional", Ludmilla, Natiruts e Gipsy Kings sobem ao palco a 16 de agosto, 24 de agosto 14 de setembro, respetivamente. 

Jorge Sobrado, gestor do certame e vereador da Cultura da autarquia viseense, considera que este anúncio são um arranque "com o pé direito". Acreditando que o evento trará "especiais revelações", o responsável focou-se no facto de esta edição da FSM ser "a mais internacional de sempre" e ter "uma estratégia de programação que associa inovação, diversidade e grande atratividade de públicos". Por seu turno, Cristina Paula, diz que "a afirmação de Viseu e da Feira como um destino de grandes eventos, de grandes experiências e de grandes concertos está no caminho certo". A presidente da direção da associação Viseu Marca diz que a organização do evento continua "a dar sinais de inovação".

Os bilhetes para este evento já estão à venda. A edição 2019 da FSM vai decorrer de 08 de agosto a 15 de setembro. 

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25.11.18

Eurovisão Júnior 2018: Polónia é vencedora


Bruno Micael Fernandes

Andres Putting/EBU

Roksana Węgiel é a vencedora da edição 2018 do Festival Eurovisão Junior da Canção. A final decorreu este domingo em Minsk, na Biolorússia. 

A canção "Anyone I Want To Be" recolheu 215 pontos.

 

O processo de votação da edição Junior do Festival é diferente do da edição para adultos. A votação decorre na íntegra na internet, podendo votar nos dias que antecedem a transmissão, sendo que esta votação conta 50% nas pontuações finais. Os outros 50% vêm dos juris nacionais de cada país participante, constuídos por três profissionais e duas crianças. 

Jon Ola Sand, o responsável de Eventos ao vivo da União Europeia de Radiodifusão referiu que esta edição "foi a mais espetacular até agora e o talento que vimos foi fenomenal". Referindo-se Roksana, Ola Sand diz que é uma vitória "merecida". "Ela é bem representativa do que é o Festival Eurovisão Júnior", acrescenta. 

Roksana Węgiel tem 13 anos e consegue assim a primeira vitória da Polónia no certame. 

Já a representante portuguesa ficou em 18.º lugar com 42 pontos. Rita Laranjeira interpretou o tema "Gosto De Tudo (Já Não Gosto De Nada)" da autoria de João Só.

Na página do Festival da Canção da RTP, a estação pública considerou esta posição "um presente bonito". Agradecendo a todos os que votaram em Rita, a RTP diz que a posição "significa que conseguimos mostrar à Europa que as canções para crianças singram. 

Esta é a quarta participação de Portugal no certame depois de Pedro Madeira ("Deixa-me Sentir", 2006), Jorge Leiria ("Só Quero É Cantar", 2007) e Mariana Venâncio ("Youtuber", 2017). 

Ao todo, a edição 2018 teve vinte participantes. 

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23.11.18

Comissão de Liberdade Religiosa cria prémio de investigação


Bruno Micael Fernandes

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A Comissão da Liberdade Religiosa (CLR) instituiu um prémio para os trabalhos de investigação científica na área da liberdade religiosa no país. 

Com o apoio do Ministério da Justição, o prémio, no valor de três mil euros, "é atribuído a trabalhos na área (...), com realce para as vertentas teológica, filosófica, jurídica, histórica e ciências sociais", pode ler-se no anúncio hoje publicado na imprensa. A par do valor em dinheiro, o prémio terá uma "componente de divulgação, assegurada pela publicação do trabalho vencedor em editora à escolha" pela Comissão. 

Os trabalhos podem ser enviados por correio eletrónico ou por correio postal até 28 de junho de 2019. Todas as informações adicionais, bem como o regulamento do prémio, poderão ser consultados no site da CLR

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22.11.18

França: "Coletes amarelos" insultam e agridem jornalistas


Bruno Micael Fernandes

Franceinfo/Direitos reservados

O movimento popular dos "Coletes Amarelos", apesar do cansaço, está longe do fim: o braço de ferro entre os automobilistas franceses e o governo de Emmanuel Macron está a pôr o "hezagono" europeu em estado de sítio. Mais de 287 mil pessoas estão envolvidas em bloqueios de estrada, estações de serviço e outros locais contra o aumento dos preços nos combustíveis. O último balanço dá conta de um morto e dezenas de feridos e o objetivo é uma grande manifestação nacional no próximo sábado, em Paris, manifestação que não será autorizada pelas autoridades. 

Sendo que os manifestantes não podem comunicar diretamente com o Presidente da República francês, estão a virar-se para o que parece ser o elo mais fraco: os jornalistas. Dezenas de reporteres queixaram-se de insultos, acusações de censura, humilhações ou mesmo agressões. Em declarações citadas pela Franceinfo, a jornalista Gwen Saulnier, criadora do grupo de Facebook "#PayeToiUnJornaliste", refere que estava "cansada" dos relatos constantes de violência sobre os seus colegas. Sob o pseudónimo "Paulette, la pigiste" (Paulette, a "freelancer"), Saulnier diz que começou a publicar os relatos porque "não aguentava mais. Estes atos de violência gratuita sobre os jornalistas não são mais permitidos". 

Para além de Saulnier, a equipa que gere o grupo é composta por sete colegas de Montpellier e convida outros jornalistas a denunciar as agressões de que são alvo quer neste protesto popular, quer noutros eventos com o objetivo de "pôr a descoberto estas agressões e criar um diálogo com aqueles que não têm confiança em nós". O grupo, criado no dia 18, já conta com perto de 2500 membros e mais de 200 mensagens publicadas. 

"Mentirosos! Tu pertences ao poder! Tu censuras! Tu és uma lambe-botas do Macron!" 

Franceinfo/Direitos reservados

O caso que "fez clique" na cabeça de Gwen Saulnier é o da jornalista Céline Durchon. A também "freelancer", e que colaborou com as estações de televisão BFM TV M6,  foi "atacada" numa manifestação em Montpellier. "O editor chamou-me ao meio-dia para fazer um retrato cruzado destes "coletes amarelos"", explica Durchon à Franceinfo. No entanto, quando chegou ao local, o ambiente era "tenso". Num bloqueio controlado pelos manifestantes, a jornalista é interpelada por um deles. "Ele viu-me e, literalmente, gritou-me a vinte centímetros da cara. 'Mentirosos! Vendidos! Corruptos!' Ele estava a latir para mim!", descreve a reporter. 

Mesmo com este ambiente, Céline ainda tentou fazer o seu trabalho, e dirigiu-se na mesma a "um grupo de 100 a 200 pessoas" que a cercou. "Gritavam para mim da mesma forma que uma criança está a ser intimidada na escola primária. ' Mentirosos! Tu pertences ao poder! Tu censuras! Tu és uma lambe-botas do Macron!' (tradução livre). Apesar de tentar explicar o que vinha ali fazer, o grupo continuou a violência: "Recebi muitas cuspidelas", para além de "uma senhora quase derrubou a câmara". 

Só ao fim de algum tempo é que o organizador da manifestação conseguiu tirar a jornalista do meio do grupo. Apesar de pedir desculpas pelo comportamento dos manifestantes, tentou desculpabiliza-los. "Explicaram-me que não era contra mim mas contra o que eu represento". 

O caso de Céline não é o único. A jornalista Stéphanie Roque da estação de televisão LCI também sofreu a ira dos manifestantes, no dia 17 de novembro, em plena Praça da Concordia. A reporter e a sua colega foram "insultadas, tratada de mentirosas, de médias corruptos... impossível de fazer um direto". No dia seguinte, novo caso de violência. A jornalista foi enviada para a Normandia onde "alguns dezenas de pessoas trataram-nos de "putas"". Depois destes ataques, a redação tomou a decisão de enviar um agente de segurança com os jornalistas por forma a que possam continuar a trabalhar. "Justifica-se plenamente. Eu sinto que são necessários" em terminadas manifestações, precisa a jornalista. 

Mas outros não têm essa sorte! 

Um fotojornalista da Radio Bip foi agredido em Besançon (Doubs) com dois golpes na cara, tendo partido o osso zigomático, também conhecido como "osso da bochecha". Emma Audrey, colega do fotojornalista, alega que foi "claramente premeditado. Era-lhe dirigido: ele tinha um capacete onde estava escrito 'PHOTO'. Eles sabiam que ele era reporter", considera. 

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21.11.18

Anjo – uma história da Síria em palco em estreia no Teatro de Vila Real


helena margarida

Divulgação

O Teatro de Vila Real serve de palco dia 29 de novembro à estreia de “Anjo”, uma peça de teatro baseada numa histórica verídica passada na Síria. O texto é do dramaturgo Henry Naylor e é a primeira vez que esta peça (premiada em vários países da Europa) é feita em Portugal e em língua portuguesa.

Uma mulher em palco conta a trajetória de vida de uma outra jovem mulher a viver em Kobane, uma pequena cidade da Síria junto à fronteira com a Turquia. Um dia a cidade é invadida pelo Daesh e a vida de Rehana altera-se completamente: de menina sonhadora, passa a uma mulher pragmática, franco-atiradora e temida pelo Estado Islâmico.

Este é o ponto de partida para “Anjo”.

A primeira vez que o ator e encenador Angel Fragua teve contacto com o texto de Henry Naylor não teve dúvidas: “decidi logo que queria encenar este texto e traze-lo para Portugal. O texto é muito bonito, emocionalmente forte mas sem ser pesado, e mostra-nos uma realidade que – habitualmente – fica distante do nosso quotidiano. Apesar da temática ser muito séria, a forma de a contar é muito próxima das pessoas, talvez porque o autor do texto escreve habitualmente comédia. O texto é muito vivo, muito cinematográfico.”

Contactado o dramaturgo, que se entusiasmou com a ideia de “Angel” passar a “Anjo” e a peça ser feita em língua portuguesa, os ensaios começaram com a atriz Teresa Arcanjo a dar vida a 17 personagens, entre elas Rehana, o “anjo” de Kobane. “Tudo é difícil nesta peça. Para já é um monólogo, é muito texto, sim. Estou sozinha em palco, sem nada que me proteja. É preciso muita energia, muito foco e é emocionalmente desgastante. Eu preciso de ser justa, muito justa, com aquilo que estou a contar”, diz.

A peça original “Angel” estreou em 2016 em Edimburgo e, desde então, tem recebido vários prémios. Em fevereiro de 2018, o espetáculo traduzido para o francês, foi nomeado para os Globes de Cristal de França como melhor espetáculo e tendo recebido o prémio de melhor atriz.

Dia 29 de novembro, com repetição dia 30, no Teatro de Vila Real, “Anjo” chega ao público português.

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