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26.04.18

Cuca Roseta leva «Luz» ao Centro de Congressos do Arade, Portimão


helena margarida

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Chama-se Luz e é o novo disco de Cuca Roseta. Um disco arrebatador que mostra em pleno todo o talento e voz da fadista.

O título não engana e a capa também não. A Luz de que Cuca fala, pode ser lida facilmente como uma alusão à candeia que ilumina o seu caminho, a uma luz interior que lhe traz o conforto e a segurança suficientes para fazer deste álbum um novo momento de revelação, aquele que mais longe vai na definição daquele que é o seu fado.

Mais uma vez Cuca Roseta vai mais longe, sempre um passo à frente. Esse tem sido o caminho de revelação da fadista que o tem percorrido descobrindo-se e revelando-se plenamente, como intérprete, autora, compositora, letrista, mulher inteira no fado. E sempre disposta a buscar-se a cada novo disco, a cada nova oportunidade de se mostrar a um público.

Para cúmplices deste incrível trabalho escolheu artistas e compositores com quem tem partilhado a sua vida e outros que sempre admirou profundamente, que agora unem-se em canções maravilhosas. São eles Pedro da Silva Martins, Carolina Deslandes, Jorge Fernando, Tiago Machado, entre tantos outros. Para unir toda esta arte, escolheu Diogo Clemente para a produção.

Luz leva-nos para outra dimensão. Para um momento de felicidade de que não apetece sair. Podíamos ficar para sempre parados aqui, dentro deste disco, dentro destas canções e deixarmo-nos invadir pelo calor desta Luz que dá sentido aos dias.

Deixe-se iluminar dia 28 de abril, às 21h30, no Centro de Congressos do Arade, Portimão, pela “Luz” de Cuca Roseta.

Os bilhetes estão à venda na Bilheteira do Largo powered by BOL

 

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26.04.18

"Encontro Urban Sketchers” na Casa Manuel Teixeira Gomes em Portimão


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Os desenhadores urbanos são conhecidos por ficarem horas no mesmo local, a absorverem os detalhes que escapam ao olhar desatento de quem por lá passa diariamente. Registam o seu trabalho no diário gráfico — é assim que se chama o caderno onde figuram os seus esboços, registando diferentes vivências do centro histórico.

E assim acontece o “Encontro Urban Sketchers”. A exposição está patente na Casa Manuel Teixeira Gomes até ao dia 30 de abril. Pode ser visitada de segunda a sexta-feira, das 9h00 às 17h00. A entrada é gratuita.

Esta mostra espelha 2 das 3 edições do Encontro Urban Sketchers Algarve em Portimão, 2017 e 2018 e enquadra-se no âmbito do programa de atividades do município ao nível da ARU- Centro Histórico de Portimão, que tem como objetivo manter viva a memória da cidade e fomentar o envolvimento e participação da comunidade no processo de reabilitação urbana.

Os Urban Sketchers Algarve são um coletivo de autores que desenham a região do Algarve em Portugal em diários gráficos, encontram-se para desenhar de vez em quando e respeitam o manifesto Urban Sketchers. São um dos grupos regionais que integram os Urban Sketchers Portugal, uma associação sem fins lucrativos formada no modelo da Associação Internacional Urban Sketchers.

Junta pessoas cuja grande paixão é desenhar e que transportam essa paixão para o seu quotidiano e para a sua vida. “Fazemos regularmente desenhos daquilo que observamos, promovemos e participamos em encontros e mostramos os nossos desenhos num blog, a que qualquer pessoa pode ter acesso, tanto para ver como para publicar”, explicam. O fundamento de tudo é “tornamo-nos mais observadores, evoluir nas nossas capacidades e registar as nossas memórias”. Os Urban Sketchers pretendem “que haja cada vez mais pessoas a fazer este tipo de desenho, independentemente da sua formação, do “ter jeito” ou do conseguir que “fique bem”. A prática ajuda a melhorar mas contribui, acima de tudo, para … sermos mais felizes!”

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26.04.18

Dia Mundial da Dança em Lagos comemora-se “Num Vale do Aqui”


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O Auditório Duval Pestana do Centro Cultural de Lagos recebe o espetáculo de comemoração do Dia Mundial da Dança intitulado “Num Vale do Aqui”. Nos dias 27 e 28 às 21h30 as sessões são para o público geral. No dia 30, às 11h00, haverá uma sessão para as escolas.

Vais quebrar-me consecutivamente na esperança de guardar um caco, de dedilhar um fio, de revelares a penumbra do teu reflexo numa fenda minha. O meu corpo não me conhece, nunca soube o que quis ser. Nunca se quis a si. Para onde olho vejo montanhas rosa de mágoa que moem esse caminho do momento. Inundam-nos as almas de um pranto branco consecutivo. As flores pálidas dos umbigos murcham no bater do som do tempo, espelhadas nas janelas deste arco sem fim...

Voltámos juntos de superfícies diferentes e desvendaste o meu corpo como uma arqueologia dos contornos. Agora sou o teu lugar.

Os nossos corpos são não lugares, uma paisagem, uma miragem pela qual passam consecutivamente sem ver que não somos daqui, que este espaço não nos engole, que a pertença é realmente escassa.

E se eu te habitar? Posso dizer-te que sou teu e que tu és meu e que eu pertenço dentro de ti?

O aqui só é meu enquanto eu cá estiver e eu, eu pertenço ao mundo e a ninguém.

Na bola, do espaço, do meu quadrado que não sei se é meu: quantas vezes cabemos um pertencer que nos pertence às gargantas dos nossos olhos?

É desta forma que se escreve e dança “Num Vale do Aqui” uma produção do Teatro Experimental de Lagos criada por Daniel Matos que assina também a conceção plástica, cenografia e adereços, bem como a música em parceria com Nelson Nunes. O espetáculo é uma co-criação e interpretação de Adriana Xavier, Lia Vohlgemuth, Mélanie Ferreira, Rodrigo Lemos e Rodrigo Teixeira. Fotografia e Vídeo de António Coelho, Joaquim Leal e Teresa Lopes da Silva e figurinos de Bruna Porto.

 

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26.04.18

“Zé Ventura: uma retrospetiva?” inaugura a 28 de abril no Centro Cultural de Lagos


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Direitos Reservados - Zé Ventura

«A exposição (...) resulta, pois, das obras selecionadas pela artista e pela curadora, numa estreita colaboração que pretendemos que resulte num percurso coerente e ilustrativo dessa permanente busca das “harmonias secretas” (segundo Gombrich), que Zé Ventura experimenta quer na pintura – sobre papel, tela e tecido –, nas colagens de materiais têxteis (rendas, fios, tecidos) sobre as telas, ou mesmo nos objetos de vestir e decorativos produzidos no tear, e mesmo em técnicas até agora inéditas, como a pintura sobre cerâmica e a fotografia» explica Ana Lourenço Pinto.

Maria José, Zé Ventura, nasceu em Lagos. Frequentou a Escola Superior de Belas Artes de Lisboa. Vive agora em Monchique e Portimão.

Sobre o trabalho da artista Jorge Queiroz escreve no catálogo “Trítico”, Tavira outubro 2006: A pintura e a tecelagem são as suas formas privilegiadas. Com estas constrói e desenvolve um mundo de representações a partir de elementos gráficos, “linhas que acontecem”, as quais intuem possibilidades imaginadas e nos lembram outras artes, talvez as naturezas ficcionadas da literatura viajante ou os sons enormes da solidão das montanhas e dos oceanos, movimentos da água, respiração de todos os mares. Na sua pintura existe um mundo de silêncios pictóricos que relacionam memórias, transformadas em movimentos perpétuos em busca de respostas para a simplicidade das perguntas mais profundas. As obras contam-nos talvez, algo de como as coisas deveriam ser.

“Zé Ventura: uma retrospetiva?” está organizada em três núcleos, num entendimento mais alargado do que a mera disposição cronológica dos trabalhos expostos. As obras de arte relacionam-se de uma forma mais orgânica, que as coloca em diálogo. Com base na tipologia das obras selecionadas, foram organizados os núcleos Paisagem Interior (Sala 1), Paisagem Exterior (Sala 2) e A Paisagem Acontece (Sala 3).

A Inauguração está agendada para o dia 28 abril, às 18h00, no Centro Cultural de Lagos. A exposição estará patente até ao dia 28 de julho. Pode ser visitada de terça a sexta das 9h00 às 18h00. A entrada é gratuita.

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26.04.18

Anselmo Ralph, Diogo Piçarra e Richie Campbell confirmados na Feira de São Mateus


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Viseu Marca anunciou mais três grandes nomes da música pop para “feirar a dançar”. Sobem ao palco da Feira de São Mateus em Viseu, Richie Campbell, Anselmo Ralph e Diogo Piçarra. Três noites dançantes ao ritmo de músicas bem conhecidas do público português.

O anúncio foi feito esta quinta-feira, 26 de abril, em conferência de imprensa, por João Cotta, Presidente da Viseu Marca, e Jorge Sobrado, Vereador da Cultura da Câmara Municipal de Viseu e Gestor da Feira de São Mateus.

Estas novidades juntam-se ao cartaz musical da 626ª edição da “Guardiã das Feiras Populares”, que já contava com cinco espetáculos confirmados: Mickael Carreira (15 de agosto), Ana Moura (18 de agosto), Maria Rita (25 de agosto), Rui Veloso (1 de setembro) e Xutos & Pontapés (15 de setembro).

Richie Campbell, de quem se espera o lançamento de um novo álbum, sobe ao palco da Feira no dia 17 de agosto, sexta-feira. Anselmo Ralph encheu o recinto da Feira em 2015 e este ano, na sexta-feira de 24 de agosto, promete várias surpresas para todos os fãs. O espetáculo, no âmbito da tour “Um Em Um Milhão”, não irá deixar de lado os grandes sucessos da carreira do músico, assim como temas inéditos. Diogo Piçarra continua a ser um dos nomes mais aguardados da Feira de São Mateus e regressa pelo terceiro ano consecutivo no dia 8 de setembro, sábado, para apresentar o seu mais recente álbum “do=s”, que inaugurou um novo ciclo musical.

A Viseu Marca apresentou ainda, em primeira mão, o novo site da Feira, com imagem completamente renovada, uma navegação mais acessível e uma agenda de eventos mais organizada.

Este ano são 39 os dias para “feirar”, entre 9 de agosto e 16 de setembro.

A Feira de São Mateus é uma iniciativa do Município de Viseu, com organização executiva da Viseu Marca.

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26.04.18

Vhils homenageia oleiros em projeto de arte pública


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Direitos Reservados - Carlos Vicente

A primeira intervenção artística em espaço público do projeto ARTEJO está concluída. A obra do artista português Alexandre Farto (Vhils) foi executada nos últimos dias e já pode ser apreciada pelo público em Atalaia, concelho de Vila Nova da Barquinha.

Direitos Reservados - Pérsio Basso

O trabalho que faz homenagem aos oleiros, uma profissão com grande expressão naquela vila, tem como base uma fotografia de Pérsio Basso, fotógrafo da Câmara Municipal de Vila Nova da Barquinha. O registo datado de 2008 retrata João Caetano, o último dos oleiros de Atalaia, a moldar o barro na sua roda manual, num processo completamente artesanal.

O ARTEJO é um projeto artístico com a comunidade, promovido em parceria com a Fundação EDP e a Câmara Municipal de Vila Nova da Barquinha e surge integrado no ARTE PÚBLICA Fundação EDP, um programa com âmbito nacional e orientação para territórios de baixa densidade, como instrumento de inclusão social.

Este projeto artístico pretende democratizar o acesso à arte e permitir o envolvimento da população em novas experiências culturais, bem como estimular o desenvolvimento local através da realização de intervenções artísticas em espaço público.

No concelho de Vila Nova da Barquinha serão ainda desenvolvidas outras 10 intervenções artísticas distribuídas pelas quatro freguesias – Atalaia, Praia do Ribatejo, Tancos e Vila Nova da Barquinha, a cargo dos artistas Manuel João Vieira, Violant e Carlos Vicente.

O trabalho dos artistas dará forma a um roteiro de arte pública, que integrará as 11 esculturas do Parque de Escultura Contemporânea Almourol, desenvolvido também em parceria com a Fundação EDP e com curadoria de João Pinharanda.

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26.04.18

Fim de semana de estreias no TVCine 1 onde a música será protagonista na sétima arte


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 Amor à flor da pele, desejos incontroláveis, paixões carnais e selvagens são os ingredientes usados por Terrence Malick (2017), sobre as relações e interações entre BV, Cook, Faye e Rhonda, quatro seres dedicados à música e devorados pelo sonho de a alcançarem.

“Música a Música” tem estreia marcada para as 21h30 de sábado, 28 de abril, no TVCine 1.

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“All Eyez On Me” (2017), de Benny Boom, conta a história de Tupac Shacur, uma estreia reveladora a 29 de abril, domingo, às 21h30, no TVCine1.

Tupac Shacur cresceu a ouvir a sua mãe e as suas fortes e vincadas posições políticas. Afeni Shakur fazia parte do Black Panther Party, um movimento de luta pelos direitos dos negros nos Estados Unidos.

“Gostamos da tua música Tupac. Pintas um quadro para o ouvinte que nem sempre é bonito mas que é verdadeiro”. Assim era Tupac Shakur, um dos mais icónicos “rappers” e voz principal do “gangsta rap”, um subgénero que vangloria a violência. Esta é uma das contradições de Tupac, que começou por querer ser um símbolo da unidade e da inclusividade e que se perdeu entre a violência, acabando por ser assassinado aos 25 anos em 1996.

 

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26.04.18

Tom Cruise é Barry Seal, um Histórico Traficante Americano para ver amanhã no TVCine 1


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Barry Seal foi o melhor aluno do seu ano, entrou numa companhia aérea pela porta pequena mas rapidamente subiu a piloto. E era brilhante. O seu percurso captou a atenção de um agente da CIA e… o resto da história é para ficar a conhecer amanhã, 27 de abril, às 21h30, no TVCine 1.

Barry Seal: Traficante Americano (2017), de Doug Liman, inspira-se na história verídica de um piloto de aviões que chegou a trabalhar, em simultâneo, para a CIA, a Agência de Combate à Droga dos Estados Unidos e Pablo Escobar. Claro que atividades tão pouco ortodoxas geravam dinheiro, muito dinheiro, fazendo da vida de Seal uma verdadeira montanha-russa a grande velocidade.

 

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