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O Museu de Arte Contemporânea Nadir Afonso (MACNA), em Chaves, recebeu o prémio de ‘Melhor Empreendimento do Ano 2018’. O galardão foi atribuído na Gala do Prémio Nacional do Imobiliário 2018, organizada anualmente pela Revista Magazine Imobiliário, que decorreu na passada terça-feira, no Vila Galé Cascais Hotel. O MACNA venceu ainda o prémio na categoria de Equipamentos Coletivos.

O edifício, inaugurado em julho de 2016, foi projetado pelo arquiteto Álvaro Siza Vieira e reúne as obras artista flaviense Nadir Afonso, que estão em permanente exibição. No museu há ainda lugar para exposições temporárias de obras de arte contemporânea.

Situado junto ao rio Tâmega, este conta com uma biblioteca, um auditório para cerca de cem pessoas, um bar e quatro salas de exposição, entre outros espaços.

 

 

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A exposição de Fátima Carvalho, “Rituais do Ver”, será inaugurada dia 7 de abril pelas 15h00, no Centro de Fotografia Georges Dussaud, em Bragança.

A exibição consiste num conjunto de imagens captadas em diversos lugares, dentro e fora de Portugal. As fotografias documentais são de espaços institucionais dos museus e dos centros de arte, de galerias privadas e públicas e de pequenos e grandes acontecimentos que geram os circuitos da arte contemporânea.

Aqui, o objeto de interesse são os espectadores de arte, a forma como atuam ou interagem no espaço artístico, centrando-se na contemplação. Tal como refere a artista Laura Castro, no texto de abertura da exposição, “O ritual de ver arte faz-se, não apenas com o olhar, mas com o corpo, pose, movimento, deslocação, aproximação, paragem (…) Também por isso, são tão interessantes as imagens de Fátima Carvalho que nos revelam a dimensão cultural e social desse protocolo associado à experiência da arte, do conjunto dos rituais seguidos e do comportamento assumido nestes acontecimentos”. 

O Centro de Fotografia terá a obra disponível ao público até 7 de julho.

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06.04.18

Há um abraço a Sassetti domingo no Teatro S. Luiz


helena margarida

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O concerto "Big Band Júnior abraça Sassetti" está agendado para domingo, 8 de abril, às 17h30, na sala Luís Miguel Cintra, do Teatro S. Luiz, Lisboa.

A Big Band Júnior, Orquestra-Escola de Jazz, apresenta, pela primeira vez, um espetáculo com repertório totalmente português e essencialmente de Bernardo Sassetti, para dar a conhecer um músico que os jovens já não terão oportunidade de ouvir.

“Já há muito tempo que queríamos trabalhar com o repertório de um compositor português. Escolhemos o Bernardo Sassetti por uma questão, também, de afinidade pessoal. Foi o nosso primeiro músico convidado, mas não estava disponível na altura, por motivos de agenda. Foi uma ponta que ficou pendurada. Concretiza-se agora a nossa vontade”, explicou Alexandra Ávila Trindade, da direção artística da BBJ

O repertório é constituído essencialmente por temas de Bernardo Sassetti arranjados para a big band por músicos portugueses, complementado por composições ou arranjos de outros músicos portugueses.

O concerto “Big Band Júnior abraça Sassetti” tem direção musical e pedagógica de Claus Nymark, e coapresentação de Orelha Viva — Associação Cultural, Hot Clube de Portugal, Casa Bernardo Sassetti e São Luiz Teatro Municipal, o concerto tem como convidados os músicos Filipe Raposo, Inês Laginha e Rita Maria.

A BBJ é uma orquestra-escola de jazz constituída por cerca de vinte músicos, entre os 12 e os 19 anos de idade, e tem por missão estimular o gosto pelo jazz entre os mais novos, proporcionando uma formação aos seus alunos enquanto músicos de uma orquestra de jazz e dando-lhes a oportunidade de experienciarem momentos que fazem habitualmente parte da vida de um músico profissional.

Os bilhetes estão à venda na Bilheteira do Largo powered by BOL.

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06.04.18

Recital da Bonifrates desfila pelas ruas de Coimbra para evocar poetas e escritores que viveram na cidade


helena margarida

Divulgação

O tema da Semana Cultural da Universidade de Coimbra - "Oh as casas as casas as casas" -, foi o ponto de partida para a criação do Recital que a Bonifrates levará, amanhã, 7 de abril, às ruas de Coimbra.

Um percurso que terá a duração de três horas e que foi definido pelas casas e outros espaços que os poetas frequentaram em Coimbra. A Biblioteca Joanina marca o início do Recital que terminará na Casa da Escrita (habitação do escritor João José Cochofel, onde vários neorrealistas se encontravam). Pelo caminho passará pela Faculdade de Letras, pela casa de Carlos de Oliveira e de Zeca Afonso, ou pela Torre do Anto, onde morou António Nobre.

A companhia de teatro fez "um levantamento dos poetas, mas também cantores, que estiveram ligados à cidade de Coimbra" com o propósito de “reencontrar as palavras de poetas nas casas que habitaram, nos lugares de partilha que sentiram como segunda casa", explica a companhia de Coimbra.

Desse levantamento, desenhou-se um itinerário que passa por repúblicas, cafés, universidade e casas particulares ligadas ao percurso dos vários poetas que passaram pela cidade e ao longo do qual se vão poder ouvir poemas de Herberto Helder, Joaquim Namorado, António Nobre, Camilo Pessanha, Carlos de Oliveira, Eugénio de Castro, Adolfo Casais Monteiro e Mário de Sá-Carneiro pela voz de 20 atores. Pelo meio acontecerão também alguns momentos musicais.

O recital termina na Casa da Escrita, onde serão lidos poemas de autores contemporâneas, como Luís Quintais, Rosa Oliveira e Jorge Fragoso. A procura pela iniciativa tem sido grande e o evento marcado para sábado já está esgotado.

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