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30.04.18

Artes Performativas são essência do Festival Entre Mares


helena margarida

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O TEMPO – Teatro Municipal de Portimão e o Museu Municipal preparam-se para servir de palco ao Festival Entre Mares entre os dias 2 de maio e 7 de junho. Este evento de artes performativas, é inspirado nas deambulações transmediterrâneas do diplomata, boémio, melómano, viajante e escritor portimonense Manuel Teixeira Gomes, constituindo, simultaneamente, uma homenagem a uma das personalidades mais marcantes do século XX português, e que foi o mais cosmopolita dos algarvios, e uma viagem de cabotagem artístico-cultural ao longo das margens mediterrânicas.

Entre Mares, sob o olhar do viajante Teixeira Gomes - Festival de Culturas Mediterrânicas é um projeto do Município de Portimão integrado no Programa 365 Algarve, através de um programa que abarca a largueza de formas e expressões artísticas do novo circo, da dança, da world music, do teatro e do cinema.

Mar à Tona, maratona de cinema do mediterrâneo protagonizada pelo mar exibe-se no auditório do Museu dias 3, 10 e 24 de maio, às 21h30. O público poderá conhecer um pouco do cinema do mediterrâneo, fortemente marcado pela presença do mar, através de dois documentários e um filme de ficção, onde este elemento toma claramente um lugar de destaque. A entrada é gratuita mediante levantamento prévio de bilhete no TEMPO e no Museu.

No grande auditório, dia 4 e 5 de maio, às 21h30, o Grupo Acrobático de Tanger (novo circo – Marrocos) apresentará Halka. 14 acrobatas e músicos erguem uma acrobacia dinâmica ao ritmo dos tambores, do tar, do banjo e do ribab, misturando em palco poesia, humor e melancolia, num espetáculo que presta homenagem à arte ancestral marroquina da acrobacia. Nascida de uma tradição guerreira, a acrobacia de Halka transformou-se numa arte que combina pirâmides humanas, rodas e saltos, realizadas habitualmente em praças ou na praia. A música, composta por poesia declamada, gritos, cantos e percussões, dialoga com as acrobacias.

No mesmo palco exibe-se a 12 de maio, às 21h30, Ziya Azazi. Um bailarino turco que pegou na tradição Sufi e reinventou a dança Dervish, refletindo uma visão pessoal e artística da dança tradicional Sufi – na qual o círculo e o ato de rodopiar significam a perfeição – e as influências da sua formação em dança clássica e contemporânea. Kismet é uma obra experimental de Ziya Azazi, coreografada, produzida e executada em colaboração com o compositor e performer Claudio Bettinelli, que aborda a lei da causa e efeito, mas também o conjunto de eventos que criam possibilidades infinitas e abrem espaço para resultados inesperados, frequentemente denominados como Karma, Destino, Fado ou Kismet – termo sinónimo usado pelas crenças orientais.

Neste Festival haverá também um Workshop de Dança Dervish com Ziya Azazi, nos dias 3 e 4 de maio, entre as 18h30 de as 21h30 e 5 maio entre as 15h30 e as 18h30, na Sala de Ensaios. Tirando partido da presença do coreógrafo e bailarino Ziya Azazi, propõe-se aos participantes uma breve abordagem ao universo e à técnica da dança Sufi, cruzados com a linguagem própria do coreógrafo do esptáculo Kismet.

A 19 de maio a música de Marrocos enche o Grande Auditório com Oum por Zarabi. Nascida em Casablanca e sediada em Marrakech, Oum é uma cantora e compositora marroquina que lançou sua carreira no início dos anos 2000 com canções influenciadas pelo pop e hip-hop, com letras em inglês e Darija, o dialeto árabe magrebino amplamente falado no norte de África. Através da sua voz sensual, Oum explora a diversidade da música marroquina, fundindo-a com sonoridades soul, gnawa e árabe-andaluz. Inspirada pela música do seu país e pela música do continente africano, bem como pelo jazz, revela um trabalho único, tocante e de sensibilidade apurada.

Numa altura em que Portugal se encontra submerso num clima de grande tensão política e agitação social, Manuel Teixeira Gomes, que ocupa o mais alto cargo político, opta pelo autoexílio e atravessa os mares em busca de silêncio, solidão e liberdade. "Sem retorno" é uma reflexão sobre o estado de espírito, personalidade e introspeção acerca dos mundos vivenciados por esta personagem desenvolvida sob o olhar contemporâneo das autoras Ana Alberto e Thora Jorge. Para assistir dia 23 de maio, às 21h30 na Black Box.

A dança de Portugal prossegue a 26 de maio, no Grande Auditório com “Dois Séculos” pelo Quorum Ballet. ‘Cheguei tarde demais a um século velho demais’, dizia Manuel Teixeira Gomes, comerciante, escritor e político, nascido em 1862 em Portimão, que tomaria posse como Presidente de República no dia 5 de outubro de 1923. Através das linguagens da dança, do teatro, da poesia, da música e das artes plásticas e técnicas multimédia, o Quorum Ballet regressa a Portimão para um encontro renovado com a vida e obra de Manuel Teixeira Gomes, representando alguns momentos da sua biografia singular.

“Em Cena no Mediterrâneo” é a denominação da mostra de Teatro Escolar que também tem espaço neste Festival. “Um mar de Gente” pelo Teatro da Caverna - Escola Secundária Manuel Teixeira Gomes, sobe ao palco do Grande Auditório a 1 junho, 15h00 (escolas) e 02 Junho, 21h30 (público geral). Entrada gratuita mediante levantamento prévio de bilhete no TEMPO. Mediterrâneo, mar no meio de grandiosas civilizações, berço de culturas do passado e de sepulturas do presente. Refúgio, divertimento, prazer, paixão, morte, paz, solidariedade, fuga, indiferença, vida, esperança ... É este o mare nostrum.

Segue-se a 7 de junho a apresentação de “(Des)Umanidade, de Marta Freitas pelo Curso Profissional de Artes do Espetáculo – Escola da Bemposta. O palco é o do Grande Auditório a entrada gratuita mediante levantamento prévio de bilhete no TEMPO. Há perguntas que nos atormentam os dias e que nos assombram as noites. Mas são estas perguntas que fazem de nós aquilo que somos e aquilo em que nos tornaremos. Num tempo futuro, será que necessitaremos de uma transformação, se acaso deixarmos estas perguntas por responder? Vivemos tempos em que pensar é um luxo ao qual muitos não têm tempo para se dar. Talvez se fôssemos obrigados a isso, a humanidade tivesse mais hipóteses de um futuro sem... (des)humanidade.

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30.04.18

Espaço Miguel Torga recebe Festival Literário do Douro


helena margarida

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Festival Literário do Douro - FLiD leva ao Espaço Miguel Torga em São Martinho D’Anta escritores de renome nacional e internacional. De 3 a 5 de maio aquele que é “o único festival literário do Douro e um marco da programação do Espaço Miguel Torga” segundo João Luís Sequeira, diretor do Espaço Miguel Torga, permitirá “um contacto direto do público com alguns dos mais importantes nomes da literatura de expressão portuguesa”.

Estão confirmados para a edição deste ano cerca de 28 escritores, entre os quais Carlos Nejar (Brasil), Luís Carlos Patraquim (Moçambique), Tony Tcheca (Guiné) e Juan Vicente Piqueras (Espanha). Nomes como o de Afonso Cruz, Alfredo Cameirão, Alice Brito, Álvaro Laborinho Lúcio, António Ferreira, Carlos Ademar, Cristina Carvalho, Cristina Almeida Serôdio, Fernando Pinto do Amaral, Filipa Leal, João Morales, João Rios, Luís Caetano, Manuel Sobrinho Simões, Miguel Real, Nuno Júdice, Fernando António Almeida, Isaque Ferreira, João Tordo, Cláudia Clemente, Dina Fernanda Ferreira de Sousa, Manuel Alberto Valente, João Paulo Sousa e Teolinda Gersão também já estão dados como certos para três dias repletos de literatura.

O Presidente do Município de Sabrosa, Domingos Carvas, descreve “o FLiD como um festival de cultura, de extrema relevância para a afirmação do território duriense.”

A sessão de abertura está marcada para o dia 3 e será conduzida pelo professor Manuel Sobrinho Simões. Para o dia 4 está programada uma ação voltada para o público escolar no auditório municipal de Sabrosa. O evento encerrará com um concerto do grupo Galandum Galundaina.

O Festival Literário Douro é de entrada livre.

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30.04.18

S+ chega em exclusivo à NOS


Bruno Micael Fernandes

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A NOS já tem o canal S+, o novo canal dedicado à Saúde e bem-estar.

Segundo o comunicado da operadora, "o S+ é um canal para todos os que se ocupam e para todos os que preocupam com a saúde e tem como objetivo a partilha de conhecimento e experiência e o público em geral". 

Produzido pelo grupo MediaPro, responsável pelo sugimento do Porto Canal em 2006, o canal vai assentar em programação com produção portuguesa com talkshows diários e transmissão de de congressos e lançamentos de produtos da área, mas também em  conteúdos externos como documentários e programas estrangeiros. 

Luís Nascimento, administrador da NOS, diz que o S+ "vem preencher uma lacuna no mercado audiovisual português num tema relevante" como a saúde. O responsável destaca o facto do novo canal ter uma "vertente de produção nacional que o aproxima, desde logo, das temáticas relevantes para os portugueses". 

O S+ tem uma equipa de 30 profissionais e tem sede Lisboa e conta com uma delegação no Porto. O canal, a emitir em SD e exclusivo NOS, ocupará a posição 129 da grelha fibra da operadora, bem como nas apps móveis NOS TV. 

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30.04.18

Jazz Day Concert esta noite em Castro Marim


helena margarida

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OJA Quintet featuring Hugo Alves & Maria Anadon apresentam-se hoje, 30 de abril, às 21h30, na Biblioteca Municipal de Castro Marim. A Jazz Day Concert é uma iniciativa, promovida pela Câmara Municipal de Castro Marim e pela Orquestra de Jazz do Algarve (OJA), e realiza-se no âmbito das celebrações do Dia Internacional do Jazz, criado pela UNESCO.

Numa tónica Smooth Jazz, Hugo Alves convida Maria Anadon, que completa, na voz, este Quinteto saído das fileiras da Orquestra de Jazz do Algarve.  Nesta data comemorativa, instituída pela Unesco e pelo Instituto Thelonious Monk de Nova Iorque, serão executados Standards do cancioneiro norte-americano, onde se poderá ouvir a música de George Gershwin ou Cole Porter, mas também de outros autores como Tom Jobim, num retoque à Bossa Brasileira. 

A OJA - Orquestra de Jazz do Algarve – foi fundada por Hugo Alves em 2004. Sem fins lucrativos, esta Associação é um projeto singular e de âmbito nacional, com 17 músicos residentes (Big Band). É presença regular na região do Algarve atuando numa multiplicidade de palcos e abrangendo todos os públicos.

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30.04.18

"Vai Madonna!"... ou o "manifesto" de AGIR


Bruno Micael Fernandes

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AGIR lançou ontem um novo videoclip: "Vai Madonna" é uma das novas faixas do no álbum do cantor, "No Fame", que já está em pré-reserva em algumas lojas e que chega já na próxima sexta-feira. 

No entanto, esta música (que o redator deste artigo intitula de "manifesto") já está a dar que falar. O cantor lança várias "farpas" à sociedade e ao nacionalismo.

"Se vem de lá de fora então eu quero!/Se vem de lá de fora, então é bom!/Já está na hora de eu ser sincero:/O povo só gosta do que importou!", diz AGIR logo no início do tema. 

A realidade do país "para o turista ver" também é referida: "Casa à borla para quem cá chegou/Mala à porta para quem sempre cá morou, /Neste nosso país à beira mar plantado/Onde 'tá bom para o turista/Mas para nós está caro!"  

As farpas não se ficam por aí: "Isto é só futebol, festival e fado./Desculpem mas assim fica complicado (...) mas há coisas que não dá para ficar calado/Como quando a tuga olha para o lado(...)./O que era bom agora é plágio!"

O álbum "No Fame" terá 13 temas compostos e produzidos por AGIR. Desta novo álbum, já revelados os singels "Falas Demais" e "Até Ao Fim", que teve a participação de Diogo Piçarra. 

O vídeo está disponível no YouTube. 

 

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30.04.18

Eurovisão: "O Jardim" já tem vídeo oficial


Bruno Micael Fernandes

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A música que vai representar Portugal na final da Eurovisão já tem videoclip oficial. 

Concebido por Isaura e Liliana Ramires, o vídeo de "O Jardim" é, segundo a Universal Music, uma visão muito pessoal da compositora da canção: "Precisamente há um ano despedi-me da pessoa mais bonita que conheci. Cuidava das flores e de todos com o peito meigo. Tive a oportunidade de fazer uma canção sobre as saudades que tenho da minha avó na esperança de retribuir um bocadinho do tanto que ela me deu", refere Isaura. 

O vídeo da atuação na final do Festival RTP da Canção conta com mais de 1 milhão e quinhentas mil visualizações. 

 

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29.04.18

“All Aboard” na Altice Arena a ensaiar para a Eurovisão


helena margarida

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Arrancaram este domingo, 29 de abril, os ensaios na Altice Arena para o Festival Eurovisão da Canção que, este ano, decorre pela primeira vez em Portugal. Serão 95 ensaios no total, “sem contar com os ‘stand in’ [ensaios de luz e de realização, com figurantes em vez dos concorrentes], que começaram durante a semana”, disse à Lusa fonte oficial da organização do concurso.

Os ensaios irão decorrer “todos os dias, ao longo do dia”, até à data de início do certame, a 12 de maio. Hoje foi a vez dos países que vão atuar na primeira parte da primeira semifinal, marcada para 08 de maio. Cada equipa fez dois ensaios para as semifinais.

A segunda semifinal está marcada para 10 de maio, e os países selecionados para a final participam em mais três ensaios, alguns dos quais (os que acontecem nos dias das semifinais e da final) fazem parte dos nove espetáculos abertos ao público, para os quais os bilhetes estão praticamente esgotados. Foram vendidos bilhetes em 88 países, para um total de cerca de 11.500 espectadores. A maioria desses foi vendida em Portugal (26,55%), seguindo-se Espanha (18,35%), Reino Unido (12,97%), Alemanha (7,62%) e Holanda (3,32%).

Esta lista inclui ainda outros países que participam no concurso, como a Austrália, a Ucrânia, França, Bélgica e Israel, mas também outros que não participam, como o Canadá, os Emirados Árabes Unidos, o Peru, a Coreia do Sul, o Vietname, a Venezuela ou o Brasil.

Já se sabe que quem não tiver bilhete para ver a final na Altice Arena, poderá assistir ao espetáculo na televisão. Este ano, a final será transmitida nos 43 países que participam no concurso e também nos Estados Unidos e China. A organização estima que a final tenha “um potencial de 200 milhões de telespectadores”.

Na RTP já está tudo a posto. O espetáculo será filmado por 19 câmaras, estando envolvidos três realizadores, dois portugueses e um dinamarquês.

O palco de todas as emoções, inspirado nos Descobrimentos e nos oceanos, foi desenhado pelo alemão Florian Wieder, responsável pelos palcos das edições de 2011, 2012, 2015 e 2017 do concurso.

A estrutura montada na Altice Arena inclui um palco com 460 metros quadrados, rodeado por uma ‘passerelle’ de 220 metros quadrados, que está ligada ao palco por duas pontes metálicas com doze metros cada uma. Há ainda a toda a volta do palco três círculos suspensos no teto.

Além dos concorrentes, vão atuar também na final o vencedor do ano passado, Salvador Sobral, acompanhado por Caetano Veloso, as fadistas Ana Moura e Mariza, a dupla Beatbombers, campeões mundiais de ‘scratch’, e o músico e produtor Branko.

A garantir que nada falha está mobilizada uma equipa composta por cerca de 900 pessoas, à qual se juntam 400 voluntários.

Pela Altice Arena irão andar ainda mais mil pessoas, das delegações dos 43 países a concurso.

A acompanhar o concurso estarão 1.670 jornalistas acreditados, de 80 países.

O concurso também andará pelo Terreiro do Paço, onde está montada a Eurovision Village, de entrada livre, com abertura marcada para o dia 04 de maio e encerramento a 12. Neste espaço será possível acompanhar os espetáculos num ecrã gigante, e assistir à atuação de várias bandas e artistas portugueses.

O Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia recebe a 6 de maio a cerimónia de abertura e a ‘blue carpet’, onde irão desfilar os 43 concorrentes.

O Festival Eurovisão da Canção é um formato da União Europeia de Radiodifusão que este ano é organizado em parceria com a RTP, que conta com o apoio da Câmara Municipal de Lisboa.

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27.04.18

"São Jorge" o filme português candidato aos Óscares para ver dia 1 de maio no TVCine 1


helena margarida

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Quando Portugal caiu nas mãos da troika, Jorge ficou desempregado. Com mulher e filho para sustentar, os dias de Jorge tornaram-se cada vez mais negros e sombrios, até porque Susana ameaçava voltar para o Brasil com a criança.

Os duros também choram. Jorge é um pugilista mas consegue um novo trabalho, o de cobrador de dívidas, que o vai mergulhar num mundo de crime e violência. São Jorge (2017), de Marco Martins, é um retrato magoado da intervenção da troika em Portugal. Uma estreia a não perder a 1 de maio, terça-feira, às 21h30, no TVCine 1 e repetição dia 23 de maio, às 23h40, no TVCine 2.

 

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São Jorge tem como protagonista Nuno Lopes que foi distinguido com o Prémio de Melhor Ator no Festival de Veneza e no Festival de Cinema de Macau, pelo papel de Jorge, neste filme. Também Marco Martins recebeu o Prémio de Melhor Realizador no Festival de Cinema de Macau.

Beatriz Batarda, Gonçalo Waddington e José Raposo nomes que também compõem o elenco deste filme português candidato aos Óscares.

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