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o largo.

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15.01.18

"Staring at the sea, staring at the ocean" de Pedro Noel da Luz Guerreiro, em fotografia no Forte Ponta da Bandeira


helena margarida
Inaugura dia 20 de janeiro no Forte Ponta da Bandeira, Cais da Solaria, a mostra fotográfica "Staring at the sea, staring at the ocean", de Pedro Noel da Luz Guerreiro (KameraEskura)
A exposição de fotografia a cor, alusiva ao tema do mar e ao encanto, temor e respeito que ele exerce sobre as pessoas tem no mar elemento de encantamento, temor, alienação, encontro com os nossos pensamentos, entre outras emoções suscitadas.
"Staring at the sea, staring at the ocean" é uma série de fotografias que “comecei a fazer há mais de um ano, em várias praias do Algarve e em outros locais de Portugal”, conta o fotógrafo. “Sempre achei interessante e observei várias vezes pessoas à beira-mar, sentadas na areia junto, outras nadando nele e outras apenas junto ao mar sentados num banco olhando para aquela imensidão de água”. Um cenário que levou o fotógrafo a pensar para com ele mesmo "o que eles estarão pensando?", "O que estarão sentindo?" "O que se passa na mente e no espírito deles quando olham para ele?”
O artista faz a analogia entre o mar e a mente humana, como local onde nos perdemos, mas também onde nos podemos encontrar. “O mar tem algo hipnótico que transmite calma, mas às vezes alguma preocupação e ansiedade e em situações mais extremas o mar torna-se violento com grandes tempestades”.
“Todos nós temos o nosso próprio oceano para navegar e chegarmos a um bom porto”.
Este trabalho foi nomeado na categoria de "People" Profissional na 3ª edição do "Fine Art Photography Awards" (FAPA) 2017” e pode agora ser visitado de 20 de janeiro a 22 de abril, de terça a domingo entre as 10h00 e as 12h30 e das 14h00 às 17h30, no Forte Ponta da Bandeira em Lagos.
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15.01.18

“Caminhos” de Mariana Homem de Mello no Centro de Exposições de Odivelas


helena margarida
Vai ser inaugurada dia 18 de janeiro no Centro de Exposições de Odivelas a mostra de pintura de Mariana Homem de Mello intitulada “Caminhos”. A exposição irá ficar patente até ao dia 11 de março.
Mariana Telles da Silva Homem de Mello nasceu no Porto mas vive, desde sempre, em Lisboa. Em 1992 frequentou o curso de Desenho da Sociedade Nacional de Belas-Artes de Lisboa e, uns anos mais tarde, em 2008, frequentou um curso de Pintura com a pintora Isabel Contreras Botelho.
Pinta e desenha desde sempre. A sua pintura foi, durante os primeiros anos, figurativa e expressionista. Em 2015 iniciou uma nova fase, abstrata, com trabalhos que, em mente, não apresentam nenhuma estética pré-concebida, criando subconscientemente a sua pintura em camadas através de gestos espontâneos e expressivos.
Sendo uma pessoa criativa, nunca teve a necessidade de se concentrar num método específico, mas numa variedade de técnicas, materiais e abordagens através da inspiração. Utiliza vários tipos de materiais como o acrílico, óleo, têmpera e carvão.
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15.01.18

Real Companhia Velha propõe Porto Vintage 2015 da Quinta das Carvalhas


helena margarida
A Real Companhia Velha acaba de lançar o “Quinta das Carvalhas Porto Vintage 2015”. Um vinho do Porto feito com uvas de uma seleção de parcelas de Vinhas Velhas, colhidas num ano excecional, com tintos potentes e concentrados, e de imensa complexidade, que conferem uma intensa cor púrpura, revelando estramos perante um vinho jovem.
No nariz denota um magnífico bouquet de fruta madura combinada com nuances florais e esteva. No palato revela-se firme e mineral, com grande definição. Ao mesmo tempo, mostra-se elegante e rico em taninos suaves, com um final de prova longo e persistente.
As vinhas velhas da Quinta das Carvalhas estão localizadas a baixa altitude com exposição solar de Norte a Sul, estando algumas parcelas, de plantação pós-filóxerica, a atingir a respeitável idade de 100 anos. Representam 75 hectares desta propriedade, localizada entre a encosta da margem esquerda do rio Douro, junto ao Pinhão, e a da margem direita do afluente do rio Torto.
A vindima obriga apenas à colheita manual de uvas que se encontram nos desejados níveis de maturação, comprovada através da prova no local, uma operação que se repete ao longo do período de vindima. Na adega, as uvas são submetidas ao ancestral processo de pisa a pé nos tradicionais lagares de granito, os quais permitem o contacto perfeito entre o mosto e as películas, contribuindo para uma maior extração. A interrupção da fermentação é feita, por sua vez, através de adição de aguardente vínica, seguida de um estágio em tonéis de madeira de carvalho durante dois anos.
O “Quinta das Carvalhas Vintage 2015” chega ao mercado com um PVP de 50€.
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