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A Jukebox do Largo comemora hoje o segundo aniversário de Dodge and Burn, dos The Dead Weather, lançado a 25 de setembro de 2015. Lembro-me de passar o verão desse ano na ânsia de que esse dia chegasse. Eu tinha entrado na faculdade há poucos dias e precisava de algo familiar para me acompanhar na minha nova jornada. Este é, portanto, um dos álbuns da minha vida. Até o tive como presente de Natal nesse ano! Dodge and Burn é o terceiro álbum de estúdio da banda antecedido por Sea of Cowards (2010) e Horehound (2009).

Os The Dead Weather são um supergrupo formado por Alison Mosshart (The Kills), Jack White (The White Stripes, The Raconteurs), Dean Fertita (Queens of the Stone Age) e Jack Lawrence (The Raconteurs, City and Colour). A influência de cada artista funciona de forma perfeita e resulta num blues-rock que não é comparável a mais banda nenhuma. 

O álbum começa com I Feel Love (Every Million Miles), uma suposta canção de amor mas que é logo deitada por terra pelo "every once in a while" atirado pela Alison (traduzindo: sinto amor de vez em quando). Aqui está o espírito dos Dead Weather.

 

Há dois anos soube que este álbum não ia desiludir, e não desiludiu! Alguns temas mais à frente, chegamos a Three Dollars Hat, a canção que eu ouvia sem parar e que, até hoje, é a minha preferida. Com uma vibe a fazer lembrar os filmes do Tim Burton, ainda hoje tenho pena que não haja vídeo para esta música. Consigo imaginar o Jack White como um Eduardo Mãos de Tesoura psicadélico a interagir com a loucura da Alison Mosshart num cenário no meio de um bosque numa noite de nevoeiro. 

Exatamente a meio do álbum toca a Rough Detective e a loucura instala-se. Esta é, talvez, a canção mais histérica de Dodge and Burn com a Alison e o Jack a puxar cada um para seu lado. No meio das suas vozes há ainda o agradável caos das guitarras. Acredito que, quando o Jack pergunta "What's happening?" (o que é que está a acontecer?), estava a ser sincero; quem ouve está a pensar o mesmo, mas não consegue estar parado.

Quando saiu o single Be Still, ainda antes do álbum ser lançado, lembro-me de ficar obcecada com a melodia e a voz da Alison. Dois anos depois, ao ouvir esta canção enquanto escrevo, ainda consigo sentir o mesmo. A banda não lançava nada desde 2010 e com esta canção, com o facto da letra ser tão aleatória, eu consegui lembrar-me do porquê de ser uma das minhas preferidas. É algo que mais nenhuma banda faria. É 100% Dead Weather. 

 

A fechar o álbum está Impossible Winner, escrita pela Alison. É uma boa forma de fechar os 12 temas que compõe Dodge and Burn. Impossible Winner é mais calma, mas sóbria e com mais arranjos do que todas as outras. A ilustrar este tema há o vídeo oficial da música que faz alusão à estranheza da capa e do próprio CD. Se olharmos com atenção, o Jack Lawrence tem seis dedos na mão apoiada na sua perna e o CD é um Raio-X de uma mão com seis dedos. O vídeo desta música é um freak show em que cada personagem tem a sua particularidade. 

 

Dodge and Burn merece ser ouvido do início ao fim, sem interrupções, estejamos sozinhos ou acompanhados. É daqueles álbuns que nos faz sentir coisas que nunca sentimos antes nem sabemos como descrever, mesmo que se tenham passado dois anos ou dez. Não seria de esperar menos do génio da música que é o Jack White e do seu super-grupo de músicos com mais do que provas dadas. Já se passaram dois anos desde o último sinal de vida dos Dead Weather, esperemos não ter de esperar muito mais pelo próximo.

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23.09.17

Rita Rivotti e Omdesign distinguidos com prata e ouro nos Pentawards 2017


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O Concurso Mundial de Design de Embalagem distinguiu hoje, 23 de setembro, em Barcelona, Rita Rivotti, Wine Branding & Design e Omdesign com prata e ouro, respetivamente.

“Amor é Cego” na categoria: Food – Spices, oils and sauces e “Quinta da Vacaria - Porto Wine” na categoria: Luxury - Fine wines, champagne valeram a Rita Rivotti, Wine Branding & Design o Pentaward prata. A designer que “veste vinhos” já tinha sido distinguida com um Pentaward ouro em 2014 com “Crochet” e um Pentaward prata em 2015 com “Tuga Alba”.

 

 

À Omdesign foi-lhe atribuído o Pentaward ouro na categoria: Other markets – Selfpromotion pelo “packaging” de autopromoção Omdesign. Em 2016 esta agência de design e publicidade de Leça da Palmeira recebeu o Pentaward prata pelo Contador Vintages Porto Ferreira 200 anos. Na mesma edição conseguiu também o Pentaward bronze com Packaging Porto Ferreira - Waterloo 1815.

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Os Pentawards foram criados em 2007 e são reconhecidos como a competição mundial mais prestigiada dedicada exclusivamente ao design de embalagens em todas as suas formas. O concurso é direcionado a todos aqueles que estão associados à criação ou comercialização de embalagens e tem como principal missão: aumentar a estatura do design de embalagens e aqueles que o criam.

Todos os anos, um júri internacional de 12 designers altamente conceituados e diretores de design de embalagens de grandes empresas seleciona os vencedores com base na qualidade criativa e na relevância de marketing das obras apresentadas. Os vencedores recebem Pentawards de bronze, prata, ouro, platina e diamante em 55 categorias diferentes.

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23.09.17

Ema Berta doa obras ao Museu de Arte Contemporânea Nadir Afonso


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Ema Berta, Untitled (Indians II)   Copyright by th

São mais de 20 óleos sobre tela, de médias e grandes dimensões, e um significativo conjunto de esboços qua a artista plástica Ema Berta doou ao Museu de Arte Contemporânea Nadir Afonso, em Chaves.

Um ato, no entender da autarquia flaviense, “que configura o reconhecimento mútuo das qualidades arquitetónicas, institucionais e culturais do museu e da relevância da obra de Ema Berta no âmbito da pintura portuguesa do último quartel do século XX e início do século XXI”.

Ema Berta, Untitled (Indians III)   Copyright by tEma Berta, Untitled (Indians I)  Copyright by the

 

Ema Berta, nasceu em 1944, e tem desenvolvido uma linguagem pictórica baseada em vigorosos e substanciais traços cromáticos, de onde sobressai a sua opção por um inquietante neofigurativismo de influência expressionista, integrando as suas obras diversas coleções institucionais e particulares, em Portugal e no estrangeiro.

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23.09.17

“Camilo numa nova perspetiva” em Friúme


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Está patente na Casa de Camilo, Friúme, Ribeira de Pena, a exposição “Camilo numa nova perspetiva”, sob comissariado de Paulo Sá Machado.

A mostra apresenta um conjunto de elementos documentais, fotográficos e iconográficos ligados à figura de Camilo Castelo Branco, elementos provenientes da coleção particular do comissário da exposição e que se caraterizam pela sua raridade.

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Esta exposição estará patente até ao dia 7 de outubro e decorre no âmbito da realização do II Congresso Internacional Camilo: o homem, o génio e o tempo e marca ainda a conclusão das obras de requalificação urbanística de que foi alvo a aldeia de Friúme e que incluiu a envolvente da casa-museu onde Camilo viveu com sua primeira esposa, Joaquina Pereira de França.

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23.09.17

As cores de outono voltam a pintar Serralves


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A chegada do outono é sinónimo de festa em Serralves, no Porto. Ano após ano cumpre-se o ritual. Este fim de semana, 23 e 24 de setembro, vai ser preenchido de momentos de convívio entre pais e filhos, horas de brincadeira, conhecimento e criatividade.

As cores da estação juntam-se às gargalhadas das crianças, à música, à curiosidade e às exposições, para pintar um quadro feita de partilhas!

Nesta tela pintada pelo convívio familiar há percursos de descoberta da fauna e da flora do Parque, processos de transformação de algumas fibras têxteis e da arte da cestaria, espetáculos de música, de dança, teatro e atividades de descoberta de alguns exemplares de animais de raças autóctones.

O acesso é gratuito e realiza-se pelos portões da Avenida Marechal Gomes da Costa e da Rua Bartolomeu Velho 141.

Esta edição da Festa do Outono integra o programa das Jornadas Europeias do Património 2017, este ano subordinadas ao tema Património e Natureza.

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 Setembro é o mês da depressão pós-férias, do regresso ao trabalho e às aulas. Para além disso, é o mês em que várias empresas preparam a sua participação no Festival Brands Like Bands, o único festival no mundo com bandas formadas por empresas.  

Porque o regresso ao trabalho não tem de ser aborrecido, no dia 7 de outubro, no Hard Club, no Porto e no dia 21 do mesmo mês, no Time Out Market, em Lisboa, o Festival recebe, pela primeira vez, bandas compostas por alunos da Universidade do Porto, Universidade Nova de Lisboa e Instituto Superior Técnico. 

O Festival Brands Like Bands é a prova de que, independentemente dos compromissos pessoais dos empresários, a paixão pela música nunca os fez desistir dos seus sonhos. Com esta iniciativa pretende-se também promover empresas que estimulam a motivação, envolvimento e superação entre os seus colaboradores. 

Com o cartaz inspirado nos primeiros anos do rock n' roll, nesta edição as receitas de bilheteira revertem na íntegra para a Associação NOMEIODONADA e para o seu Kastelo, uma Unidade de Cuidados Continuados e Paliativos para crianças e jovens até os dezoito anos, bem como para a Unidade de Radiologia Mamária do IPO Lisboa. 

 O Vº Festival Brands Like Bands tem o seguinte programa:

Sábado, 7 de outubro às 19h30, Porto, Hard-Club. Entrada 3 euros

Balter Youth – Universidade do Porto
The Dudes – Cision
Estado Crítico – CRITICAL Software
Liberty Big Band – Liberty Seguros
Banda Autêntica – Unicer

Sábado, 21 de outubro às 16h, Lisboa, Time Out Market.Entrada 3 euros

Dândi – Universidade Nova de Lisboa Instituto Superior Técnico
Liberty Big Band – Liberty Seguros
Big Band Siemens – Siemens
Desaffinity – Affinity
AMT Band – AMT-Consulting
Outliers On Fire – GDINE – Instituto Nacional de Estatística
One Night Band – Cuatrecasas
The MERCERnaries – Mercer
HumansR – RHmais
Fora-da-Lei – PLMJ- Soc. Advogados 

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Os Alter Bridge sobem ao palco do Coliseu dos Recreios, em Lisboa, a 29 de outubro. A primeira parte do espetáculo está entregue aos As Lions

Se à primeira impressão o nome da banda não lhe diz muito, o nome do vocalista pode aguçar a curiosidade. Austin Dickinson, filho do mítico Bruce Dickinson, vocalista do Iron Maiden, lidera a banda londrina formada em 2015.

Anteriormente, Austin fez parte dos Rise To Remain, mas optou por deixar o metalcore e começar do zero. Assim nasceram os As Lions que, depois do seu EP ter sido tão bem recebido e terem atuado com bandas como Five Finger Death Punch, Shinedown e SIXX:A.M., lançaram, no início deste ano, o primeiro álbum, Selfish Age.

A banda recupera três dos cinco membros dos extintos Rise To Remain; Austin Dickinson na voz, Will Homer e Conor O'Keefe nas guitarras e fica completa com Dave Fee na bateria e Stefan Whiting no baixo. 

Dos As Lions pode esperar-se um rock moderno, riffs balançados, um toque de eletrónica e refrões que ficam no ouvido. 

Fica assim programada uma das noites mais esperadas pelos fãs do Rock em Portugal. Os bilhetes estão à venda na Bilheiteira do Largo, powered by BOL.

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22.09.17

Há Jazz no Douro em época de vindimas


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Arranca no dia 4 de outubro a 14ª edição do Douro Jazz. No palco do Teatro de Vila Real vão atuar nomes maiores da música nacional e internacional e revelados jovens talentos nacionais. Na “pauta” deste festival estão também os melhores vinhos da região, espaços dedicados ao público infantojuvenil e uma exposição de discos de vinil.

A abertura do Douro Jazz será da responsabilidade da consagrada cantora Maria João numa colaboração com o trio Budda Power Blues. Nesta experiência no mágico universo dos blues, Maria João deixa cair o seu registo icónico para se apoderar das canções de Budda, considerado o melhor músico de blues do país.

Num segundo momento, o Douro Jazz irá dar a conhecer Beatriz Pessoa, cantora e compositora de registo intimista, fresco e suave, entre a pop e o jazz.

O encerramento do Festival está a cargo de Carmen Souza, batizada pela imprensa internacional como a 'Ella Fitzgerald de Cabo Verde' ou 'a nova Cesária Évora'. A artista tem o dom de conciliar na perfeição vários géneros musicais, do jazz à world music, do fado ao samba, da morna à bossa nova, incluindo o 'blues cabo-verdiano'.

 

Mas nem só de artistas consagrados vive o Douro Jazz. Este ano os músicos da região e jovens talentos nacionais também vão ter um espaço no Festival. Os Putos do Jazz, seguido por uma 'jam session' aberta à participação de outros músicos vila-realenses, são as sugestões.

Já a nova geração de artistas nacionais tem como representantes o projeto Home, liderado pelo acordeonista João Barradas, e um dos vários projetos do compositor e multi-instrumentista Bruno Pernadas, presença crescente em palcos de jazz e de grandes festivais de Verão da música em Portugal.

Para o público infantojuvenil a proposta é de um espetáculo sobre jazz, poesia e hip hop. 'Jazzhop!' é uma viagem no tempo e no espaço em busca das ligações entre a música e a palavra.

A exposição de discos de vinil intitulada 'Excertos da Coleção de Francisco Vicente de Sousa, Um Amante de Jazz' completa o programa. Refira-se que, no final do concerto de encerramento por Carmen Souza, alguns dos vinis desta coleção serão postos a tocar, num DJ set com vinho Douro Jazz que prolongará em festa a última noite da edição de 2017.

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Vinho Douro Jazz

DivulgaçãoO Douro Jazz junta a música ao vinho produzido na região. Assim, sob o mote ‘Jazz em época de vindimas’, será servido em todos os concertos do Festival um vinho selecionado pela Lavradores de Feitoria, empresa que reúne várias quintas e produtores do Douro.

 

 

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