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o largo.

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29.01.18

Obra de Raúl Brandão nas bancas com o “Público”


helena margarida
“Os Pescadores” de Raúl Brandão já está nas bancas com o jornal “Público”. A coleção de 8 obras será disponibilizada em parceria com editora A Bela e o Monstro.
Esta esta iniciativa, à qual se juntou a Câmara Municipal de Guimarães, decorre no seguimento das Comemorações dos 150 Anos do Nascimento de Raul Brandão, que se assinalaram durante o ano de 2017.
Cada volume nas suas edições originais fac-similadas será objeto, por parte de um especialista e amante da obra do escritor, de um texto crítico. António Carlos Cortez, Eugénio Vasques, Fernando Pinto do Amaral, António Valdemar, Maria João Reynaud, entre outros, são os nomes escolhidos.
A coleção está disponível desde o dia 27 de janeiro e será vendida, todos os sábados, com o Jornal Público. O primeiro volume da coleção foi a obra “Os Pescadores”, edição original de 1923. A restante coleção é composta pelas obras “A Morte do Palhaço e o Mistério da Árvore”, “A Farsa”, “Teatro”, “O Pobre de Pedir”, “Impressões e Paisagens”, “Jesus Cristo em Lisboa” e “Húmus”.
Recorde-se que, durante 2017, a Câmara Municipal de Guimarães promoveu a primeira edição do Húmus – Festival Literário de Guimarães, destinado a divulgar a obra de Raul Brandão por todo o país, com especial destaque para o meio escolar do concelho.
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29.01.18

Sátão promove Prémio Literário Cónego Albano Martins de Sousa


helena margarida
Estão abertas as inscrições para o Prémio Literário Cónego Albano Martins de Sousa, na modalidade de prosa, promovido pela Câmara Municipal de Sátão.
Podem concorrer com trabalhos inéditos todos os cidadãos nacionais, devendo os originais ser enviados, sob pseudónimo, pelo correio devidamente registado e com aviso de receção, até 30 de maio, ao Secretariado do Prémio Literário Cónego Albano Martins Sousa, Praça Paulo VI, 3560-154 Sátão.
O júri será constituído pelo Presidente da Câmara Municipal de Sátão, uma personalidade ligada à literatura oriunda do Concelho de Sátão e a Diretora do Agrupamento de Escolas de Sátão. Depois da apreciação dos originais, não haverá recurso das decisões. O anúncio da obra vencedora deverá acontecer até ao dia 03 de agosto de 2018.
O Prémio terá um valor de 2.550,00€ (dois mil quinhentos e cinquenta euros), correspondente às despesas respeitantes à primeira edição da obra premiada, num montante máximo até 2.300,00€ (dois mil e trezentos euros); a um máximo de duas menções honrosas, contempladas com €125,00 (cento e vinte e cinco euros); e é entendido como pagamento dos direitos de autor relativos à edição da obra premiada. A Câmara Municipal de Sátão deterá os direitos para a primeira edição do trabalho galardoado.
O regulamento deste concurso está disponível online.
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29.01.18

Agustina Bessa-Luís e Manuel Alegre na “corrida” ao Nobel da Literatura 2018


helena margarida
A Academia de Ciências de Lisboa, a convite do Comité Nobel da Academia Sueca, indicou os nomes de Agustina Bessa-Luís e Manuel Alegre para potenciais candidatos a Nobel de Literatura de 2018.
Agustina Bessa-Luís estreou-se como romancista em 1948, ao publicar a novela “Mundo Fechado”, mas seria o romance “A Sibila”, publicado em 1954 que constituiu um enorme sucesso e lhe trouxe imediato reconhecimento geral. Vários dos seus romances foram adaptados ao cinema pelo realizador Manoel de Oliveira, com quem manteve uma relação de amizade e de colaboração próxima. A autora escreveu até o momento mais de cinquenta obras, entre romances, contos, peça de teatro, biografias romanceadas, crónicas de viagem, ensaios e livros infantis. Foi traduzida para alemão, castelhano, dinamarquês, francês, grego, italiano e romeno. Desde julho de 2006, pouco depois de terminar a sua última obra, A Ronda da Noite, que Agustina Bessa-Luís deixou de escrever e se retirou da vida pública, por razões de saúde. Em 2017 Agustina Bessa-Luís viu serem reeditados vários dos seus títulos pela Relógio D’Água.
Manuel Alegre para além da atividade política, é um literário, quer como poeta, quer como ficcionista. Entre os seus inúmeros poemas musicados contam-se a “Trova do vento que passa”, cantada por Adriano Correia de Oliveira, Amália Rodrigues, entre muitos outros. Em abril de 2010, a Universidade de Pádua, em Itália, inaugurou a Cátedra Manuel Alegre, destinada ao estudo da Língua, Literatura e Cultura Portuguesas. Pelo conjunto da sua obra recebeu, entre outros, o Prémio Pessoa (1999) e o Grande Prémio de Poesia da Associação Portuguesa de Escritores (1998). Manuel Alegre lançou em 2017 “Auto de António”.
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26.01.18

RTP: Nuno Artur Silva sai da administração


Bruno Fernandes

RTP

 

O Conselho Geral Independente (CGI) da RTP anunciou a recondução de Gonçalo Reis como presidente do Conselho de Administração. Em comunicado, o CGI anunciou também a saída de Nuno Artur Silva e Cristina Vaz como administradores. Gonçalo Reis tem agora que apresentar um novo Projeto Estratégico para a estação para o próximo triénio 2018-2020, sendo que a atual administração termina o mandato já no próximo mês de fevereiro.

Nuno Artur Silva tinha a área dos conteúdos a seu cargo enquanto que Cristina Vaz tinha a área financeira.

Participação nas PF é a causa da saída

Nuno Artur Silva mantinha uma participação nas Produções Fictícias (PF), proprietária do Canal Q. Aquando o assumir de funções por parte de Nuno Artur Silva, este comprometeu-se a vender a sua participação nas PF, algo que não aconteceu. Segundo o Expresso, citando o GCI, manteve-se a "irresolução do conflito de interesses entre a sua posição na empresa e os seus interesses patrimoniais privados", apesar de o GCI "não ter verificado que isso tenha sido lesivo da empresa, no decurso do seu mandato".

Cristina Vaz é destacada pelo CGI como tendo um papel numa "gestão empresarial eficiente, que se saldou pelo equilíbrio das contas e pela estabilização financeira, ao longo dos três anos de mandato".

Já se falam em nomes para suceder a Artur Silva

A N-TV, durante a noite desta quinta-feira, começou a avançar com nomes para suceder Nuno Artur Silva no pelouro dos conteúdos. A reportagem refere que são nomes "que se ouvem nos corredores" mas não deixam de ser nomes "em cima da mesa".

Um dos trabalhadores da estação pública referiu à revista digital que "a RTP é uma empresa muito rica em recursos humanos e gente de grande qualidade e com enorme experiência, que pode vir a ocupar as funções, sem cedências a outro tipo de interesses que não os do serviço público", sendo que a mesma fonte avança que Rui Pêgo "pela sua história na empresa e pelo conhecimento que tem do meio, seria uma belíssima escolha". Já outra fonte anónima refere Joaquim Vieira, presidente do Observatório de Imprensa e colaborador da empresa. "É um homem da comunicação, com uma dimensão cultural vasta, que pela sua idade [tem 67 anos] poderia ser uma mais-valia para a empresa", refere. Pedro Norton, atual administrador executivo da Fundação Gulbenkian, é também falado: "é um gestor cuidadoso e que teve um papel importante numa fase muito difícil da SIC", refere um dos profissionais da estação.

Outro nome em cima da mesa é o de Nuno Santos e que a reportagem refere ser o "mais falado". O profissional foi diretor de programas e, mais tarde, de informação do canal público. "O Nuno é talvez o profissional mais completo do mercado português. E os últimos anos fora do país, na África do Sul e em Espanha, deram-lhe uma maior dimensão de negócio", referiu um elemento do departamento de programação. Um jornalista da estação pública acrescentou que Santos "tem pensamento estratégico, sabe o que é o serviço público, conhece o mercado nacional e internacional, e é sobretudo um homem que mobiliza, que entusiasma".

Apesar deste nomes se ouvirem nos corredores, há ainda a possibilidade de Gonçalo Reis chamar a si o pelouro dos conteúdos ou, por uma questão de "paridade", o pelouro ser entregue a uma mulher.

A reportagem refere que todas as fontes pediram anonimato.

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25.01.18

A Magna Terra de Miguel Torga exposta pela objetiva de Duarte Belo


helena margarida
Está patente no Espaço Miguel Torga em São Martinho de Anta, Sabrosa, até 31 de março, a exposição fotográfica “Magna Terra - Miguel Torga e outros lugares”, da autoria de Duarte Belo.
Uma mostra que pretende homenagear o poeta e o escritor, e transportar o público para uma sensibilidade e testemunhos visuais únicos do “Reino Maravilhoso”. “Na sua ausência, procuramos pontos de acesso à sua escrita, percorremos as paisagens onde o poderemos encontrar, os lugares que haveriam de ser seus, pelo permanente regresso, até ao final da sua vida. Estamos no coração da geografia de Miguel Torga”, explica o fotógrafo.
Duarte Belo é já uma das mais importantes referências nacionais da fotografia moderna e ligado às melhores produções documentais fotográficas a nível nacional. Desde 1986 que trabalha no levantamento fotográfico sistemático da paisagem, formas de povoamento e arquiteturas em Portugal. O seu trabalho continuado assenta em mais de 700.000 quilómetros percorridos em espaço português e deu origem a um arquivo fotográfico de mais de 1.500.000 fotografias. Publicou vários livros sobre o tempo e a forma do território português. Desenvolve atualmente projetos em suporte digital sobre Portugal. É editor do blog Cidade Infinita.
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25.01.18

Real Companhia Velha estreia seis “Séries”


helena margarida
A Real Companhia Velha entrou em 2018 com a apresentação de seis novidades sob a chancela "Séries". O elenco é composto por dois brancos, ambos de 2016 – Donzelinho Branco e Gouveio – e quatro tintos – Tinto Cão (2015), Malvasia Preta (2015), Cornifesto (2015) e Bastardo (2014). A história destes vinhos desenrola-se num universo de monocastas, todos DOC Douro.“Na linha ‘Séries’ procuramos fazer vinhos ‘excecionais’, quase sempre a partir de “velhas” castas da mais antiga região demarcada do Mundo. Vinhos que serão sempre ensaios onde procuramos explorar diferentes técnicas, castas ou abordagens que nos ensinem algo passível de vir a ser aplicado na nossa gama comercial”, explica Jorge Moreira, diretor de enologia da Real Companhia Velha.[caption id="attachment_83549" align="alignleft" width="320"] Real Companhia Velha[/caption]O “Donzelinho Branco 2016" é definido por um estilo muito invulgar e exótico, com um perfil aromático terpénico, de onde sobressaem nuances florais e sugestões de alecrim e mentol. É um vinho branco fresco, com uma boa mineralidade e acidez, características que vão bem com abacate, porco asiático ou tártaro de salmão.O “Gouveio 2016" é um vinho aromaticamente complexo, que apresenta delicadas notas florais e de fruta branca com sugestões minerais e nuances de baunilha bem integradas. Na boca mostra-se guloso, estruturado e muito mineral, terminando com uma excelente acidez, que mantém a prova viva e persistente resultante da fermentação decorrida em cubas de inox com controle de temperatura. Durante o estágio, 50% do vinho esteve em barricas novas de carvalho francês por um período de seis meses. Recomenda-se a harmonização deste branco com peixe grelhado, porco ou queijo da serra.“Tinto Cão 2015” decorreu em lagares de pedra com a tradicional pisa a pé, seguindo-se um estágio em barricas carvalho francês (15% em madeira nova) durante 18 meses, na sequência do qual nasceu um tinto de grande expressão e carácter, que revela uma enorme complexidade aromática e rusticidade através de aromas de frutos vermelhos e sugestões herbáceas. No nariz denota um perfil distinto e encantador. Na boca mostra-se rústico, com tanino presente, mas delicado, e com um perfil elegante. O final de prova é muito longo e persistente, ótimo para acompanhar pratos de caça, cabrito e queijos fortes.[caption id="attachment_83548" align="alignright" width="320"] Real Companhia Velha[/caption]O "Malvasia Preta 2015" surpreende, de imediato, pela sua cor aberta. No nariz salientam-se notas de fruta preta e cítrica, com nuances apimentadas, num perfil aromático muito intenso e fresco. É um tinto muito particular, com uma estrutura muito elegante, primado pela intensidade de boca e com um tanino fino. O final de prova é longo e muito persistente. A harmonização faz-se com bife de atum ou de cavala, carnes brancas e pastas italianas.O “Cornifesto 2015” apresenta nuances vegetais que combinam com finas notas de fruta madura e notas de especiarias, oferecendo complexidade e muita intensidade aromática. O perfil apresenta-se fresco, e elegante, revelando a essência da casta através de uma estrutura com intensidade e acidez e cujo potencial deixa prever a sua utilização para futuras vinificações. Quando servido, acompanhe-o com pratos de caça, cabrito assado e peixes gordos.O “Bastardo 2014” apresenta-se, logo, como um vinho muito fino, que impressiona à primeira vista pela sua cor granada, algo invulgar nos tintos da região. No nariz salientam-se os aromas frutados de groselha e frutos do bosque, revelando complexidade e carácter. A intensidade e a elegância elevam-se na prova, revelando-se verdadeiramente nobre e sedutor, com um tanino fino e imensa frescura. Termina com uma acidez viva, oferecendo uma enorme satisfação e boa aptidão gastronómica. Para o comprovar há que servi-lo a acompanhar guisados e carnes de caça."Séries" é linha experimental da Real Companhia Velha, da qual nascem vinhos que representam a paixão e a forte aposta da Companhia na investigação e inovação no universo vitivinícola, tendo sido, ao longo dos anos, pioneira na recuperação de castas autóctones, muitas delas desconhecidas e a grande parte já em extinção. Uma linha que resulta em pequenos projetos vínicos (poucas garrafas) que primam por refletir o conhecimento do terroir aliado às características únicas destas exóticas variedades.Cada uma das seis novidades “Séries” têm um PVP de 17€.
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