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o largo.

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31.01.18

"Best of" de Muddy Waters na Chess Records chega a 16 de março


Bruno Fernandes

Divulgação

 

Toda a carreira de Muddy Waters na Chess  Records chega às lojas a 16 de março através da coletânea "Can't Be Satisfied".

Segundo o comunicado da Universal Music enviado às redações, "Can’t Be Satisfied é uma autêntica viagem pela carreira de Muddy, incluindo clássicos influentes, raridades poderosas e vários standards de blues que foram interpretados pelos Rolling Stones nos seus três primeiros álbuns." Para além da música, "a coletânea vem acompanhada de um booklet com vários textos e fotografias inéditas retiradas dos arquivos da Chess Records". O álbum traz temas como Gipsy WomanI'm ReadySugar Sweet ou You Shook Me, é editado em duplo CD e abrange toda a carreira de Waters na editora, iniciando em 1947 até 1975, num total de 40 temas.

Muddy Waters é considerado um dos nomes mais sonantes dos blues na cultura pop e uma das principais influências de nomes como Gorillaz, The Roots ou The Rolling Stones ou The Beatles.

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31.01.18

Há Oficina de Talentos no CCB


Bruno Fernandes

Centro Cultural de Belém

 

Victor Hugo Pontes e Ángela Diaz Quintela orientam uma "Oficina de Talentos" de dança criativa para crianças dos 5 aos 12 anos já no próximo domingo, no Centro Cultural de Belém (CCB).

Segundo a informação disponibilizada pelo centro, a oficina de dança criativa parte dos "pressupostos que estiveram na origem de Margem", um espetáculo que "tem como inspiração o romance de 1937 de Jorge Amado, Capitães de Areia, que retrata um grupo de crianças e adolescentes abandonados que vivem nas ruas de São Salvador da Baía, roubando para comer, e dormindo num trapiche – um armazém onde, como uma espécie de família, se protegem uns aos outros e sobrevivem a um dia de cada vez", pode ler-se no site do coreógrafo.

A oficina adapta "para uma idade inferior" o espetáculo, levando a que "as questões complexas (...) sejam problematizadas de modo adequado e pertinente", esclarece o comunicado.

Para participar na oficina, é necessário marcação para a Fábrica das Artes através do telefone +351 213 612 899 (de segunda a sexta) ou pelo email fabricadasartes@ccb.pt.

A oficina de decorre das 10h30 às 13h nas salas Sophia de Mello Breyner Andresen (dos 5 aos 7 anos) e Almada Negreiros (dos 8 aos 12 anos). A entrada é gratuita.

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30.01.18

Fevereiro para todos os públicos no Centro Cultural Malaposta


helena margarida
O Centro Cultural Malaposta, em Odivelas, recebe no mês de fevereiro, espetáculos únicos, dirigidos a diferentes públicos.No dia 1 de fevereiro, a partir das 21h45, o café-teatro servirá de palco à peça de Teatro “Lisístrata ou a Greve de Sexo”, de Aristófanes que estará em cena de quinta-feira a domingo, até 11 de fevereiro, com um custo de 7,50 euros. Lisístrata é um dos clássicos gregos mais antigos que chegam até aos dias de hoje, profundamente atual.[caption id="attachment_83640" align="alignleft" width="320"] Divulgação[/caption]Uma comédia na qual o poder das mulheres é enaltecido com recurso ao humor para falar de problemas sérios da sociedade. Passada no século V, na guerra do Poloponeso, que durou vinte e sete anos, a história começa por uma reunião de mulheres de toda a Grécia, amigas e inimigas unidas para alcançar o mesmo, a paz. A ideia de que através de uma greve de sexo poder-se-ia terminar com os conflitos entre as cidades-estado surge de Lisístrata, uma mulher cheia de força e garra, pouco comum nas mulheres daquele tempo. Ao longo da peça as mulheres tomam a Acrópole, exigem ser elas a tomar as decisões e a intermediar o acordo entre Atenienses e Espartanos, pois dizer ser mais capazes de o fazer. Com sedução e provocações para deixar os maridos inflamados de desejo, as mulheres pretendem obrigá-los assim a acabar com a guerra. Entre mulheres, homens, velhas, velhos, magistrados e profecias de forma leve e descontraída termina a peça com a reconciliação dos rivais acompanhada de um grande banquete repleto de alegria e da tão desejada paz.[caption id="attachment_83641" align="alignright" width="320"] Divulgação[/caption]No dia 3 de fevereiro, o Teatro é para a Infância. “Um Tigre Sem Riscas”, sobe ao palco, na Sala Experimental, às 16h30, uma Produção do Palco de Chocolate, com Cristina Vilas e Natasa Marjanovic. Esta peça destina-se a crianças de 1 aos 5 anos e tem um custo de 7,50 euros. O tigre Nando vive entre os mimos e melodias da sua avó e os ritmos da empregada Beni. O problema é que este tigrinho tem medo de tudo e até de nada. No meio dum banho perde as riscas. Todos na floresta o confundem com um gato e o desafiam para grandes aventuras. O Nando acaba sempre a choramingar e assustado. Um dia aconteceu uma coisa muito grave e o tigre Nando foi posto a prova. Hum… Será que com coragem as riscas vão aparecer?[caption id="attachment_83642" align="alignleft" width="320"] Divulgação[/caption]O grupo “Too Loud, Too Specific” atua no Auditório, dia 16 de fevereiro, às 21h30, para maiores de 12 anos, com um custo de 10 euros. A década de 1980 foi um período marcante do século XX, tanto a nível social, politico e cultural. Marcada por guerras civis, golpes de estado e ameaças nucleares, simultaneamente surgiam descobertas científicas e tecnológicas que foram fundamentais para o crescimento cultural. Culturalmente, o movimento New Wave ganhou terreno para se expandir, influenciando a música as artes plásticas e visuais. Esta peça desenvolve-se com a estética adjacente aos anos 80, agarrando imagens muito fortes das cores, dos sons, dos temas e personalidades que caracterizaram a época. “Too Loud, too Specific” é um medley de situações marcantes transportadas para a contemporaneidade (tal como os ambientes neons, os night riders, os fatos de treino completos, as luzes de discoteca e as fantasias adjacentes).[caption id="attachment_83643" align="alignright" width="320"] Divulgação[/caption]O teatro volta novamente à “casa da Malaposta”, no dia 25 de fevereiro, pelas 17h00, com a peça Um Espetáculo de Comédia Dell’ Arte, no dia em que se comemora o Dia Internacional da Commedia Dell’Arte.Dois atores interpretam 13 personagens neste conto épico de reinos inimigos, amores impossíveis e uma floresta cheia de criaturas míticas, baseado no estilo Pastorale – Boschereccia da Commedia dell´Arte. Usando improvisação como método e transparência cénica como técnica para contar a história, Mariana Dias (Portugal) e Andrew Crupi (Itália/ Austrália) transformam-se dinamicamente entre múltiplas personagens. Os arquétipos Zanni (Criados), Vecchi (Velhos), Capitano. Innamorati (Amantes), mas também Reis, Rainhas, Sátiros, Ninfas, Gigantes e até Amazonas, todos ganham vida neste espetáculo interativo e divertido. Estreado na Austrália para o 2016 Adelaide Fringe Festival, e após um Tour pela Austrália do Sul, Mari & Crupi trazem agora este espetáculo a Portugal e Europa, maioritariamente falado em inglês, com partes em português e italiano.
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30.01.18

“Pintores da nossa cidade: 3 séculos a pintar Viana” patente no Museu de Artes Decorativas de Viana do Castelo


helena margarida
A exposição intitulada “Pintores da Nossa Cidade: 3 séculos a pintar Viana” está patente até 28 de fevereiro no Museu de Artes Decorativas de Viana do Castelo.
A mostra organizada pela Câmara Municipal, com design de Rui Carvalho, textos de Porfírio Silva e catalogação de Ricardo Rodrigues, apresenta obras de artistas locais já falecidos como José de Brito, Alberto de Souza, Luiz Filipe, Manuel Couto Viana, Carolino Ramos, António Alves, Araújo Soares, Álvaro Rocha, Juvenal Ramos, Élder Carvalho, Salvador Vieira e Fernanda Soares.
“Pintores da nossa cidade: 3 séculos a pintar Viana” retrata uma Viana antiga. Uma viagem pela História de Viana do Castelo, perpetuada no amor dos artistas pelas tradições e pelo concelho.
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30.01.18

Carlão promove interculturalismo com projeto “Livres e Iguais”


helena margarida
Um Livro, três músicas, uma peça de teatro, duas palavras: “Livres e Iguais”. Um projeto pedagógico de promoção do Interculturalismo da autoria do músico Carlão, desenvolvido em parceria com a Betweien, direcionado para os alunos e para as alunas do 3.º ciclo do Ensino Básico e Ensino Secundário.
“Livres e Iguais” para combater qualquer tipo de discriminação, fundada nos princípios da ignorância e do ódio, que bloqueie a construção de uma sociedade intercultural.
Racismo, Discriminação Étnica e Xenofobia são os temas das três histórias ficcionadas que compõem o livro. Apenas “um ponto de partida” porque “o caminho e a meta da interculturalidade são uma experiência individual num propósito coletivo”, lê-se na sinopse. “Livres e Iguais” acaba por ser uma espécie de manual do conhecimento e das ferramentas de que cada um de nós necessita para combater, em si e naqueles que os rodeiam, atitudes e comportamentos discriminatórios. Um convite à reflexão e autoconhecimento, acompanhado de enquadramento teórico e jurídico e alguns dados estatísticos também são conteúdos do livro.
“Clara”, “Pediram-me uma Canção” e “Fado do Acossado” são os três temas musicados pelo Carlão que têm na letra, também, a temática: Racismo, Discriminação étnica e Xenofobia.
Num modelo de apresentação específico, as Escolas e outras instituições educativas poderão também receber uma peça de teatro, que será a adaptação das narrativas do livro à representação.
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29.01.18

Concurso de Dramaturgia – Prémio Lucilo Valdez


helena margarida
No dia em que se assinalaram os 80 anos do nascimento de Lucilo Valdez, homem da cultura e do teatro, a Câmara Municipal de Viana do Castelo anunciou a criação do Concurso de Dramaturgia - Prémio Lucilo Valdez.
O prémio será a encenação e apresentação pública dos textos inéditos a concurso, no Teatro Municipal Sá de Miranda, a 26 de janeiro de 2019.
Lucilo Valdez nasceu na freguesia de S. Sebastião da Pedreira (Lisboa) a 26 de janeiro de 1938. Tornou-se “desenhador-publicitário” e ilustrador do jornal português “Economia & Finanças” destacando-se pelos retratos a tinta-da-china de políticos mundiais e pelas caricaturas e desenhos da capa.
O curso de desenho e pintura de Belas-Artes, na Escola Superior de Belas-Artes de Lisboa permitiu-lhe aperfeiçoar a arte, deixando vários quadros pintados a aguarela, guache e tinta-da-china. O Teatro também faz parte do percurso de Lucilo Valdez que, no final de 1972, a convite da INATEL, desempenha as funções de animador de teatro em Viana do Castelo onde, ao longo dos cerca de vinte e oito anos, permanecerá e fará voluntariado associativo, pela fundação do “Grupo de Acção Cultural e Desportiva de Mazarefes”, hoje “Associação Social, Cultural e Desportiva da Casa do Povo de Mazarefes”.
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